
O direito à manifestação é um dos fundamentos da democracia, que se fortalece sempre que a população vai às ruas exigir direitos. Entretanto, há manifestações que, por defender a quebra do próprio processo democrático, têm um caráter eminentemente golpista. E que também não falam de forma legítima e honesta ao conjunto da sociedade, mas levantam bandeiras de inegável apelo popular – como o suposto combate à corrupção, por exemplo – apenas para confundir a opinião pública e preservar tradicionais interesses classistas, de exclusão social e de defesa de privilégios. Continuar lendo


