Luizianne aprova convocação de plataformas de redes sociais na CPMI das Fake News

TituBrasília- DF. 10-09-2019-  CPMI da fake news no senado. Foto Lula Marqueslar da CPMI das Fake News do Congresso Nacional, a deputada federal Luizianne Lins (PT/CE) foi a parlamentar que mais aprovou requerimentos de convocação no colegiado. Ao todo, Luizianne conseguiu emplacar 26 requerimentos dos 86 aprovados até o momento.

Com a aprovação, as plataformas de redes sociais WhatsApp, Facebook, Youtube, Instagram, Google e Twitter terão que explicar na CPMI quais métodos utilizam para identificar e coibir a disseminação de notícias falsas na internet. Além dessas plataformas, Luizianne também conseguiu aprovar a convocação de representantes de agências de marketing digital suspeitas de envio massivo de mensagens durante a campanha eleitoral de 2018.

Luizianne tem se destacado pela atuação firme nos trabalhos de investigação da Comissão e pelas críticas aos partidos que tentam obstruir os trabalhos do colegiado. “A sociedade brasileira precisa investigar a fábrica de Fake News que ameaça a sociedade brasileira, mas tem partido político que não quer que a investigação aconteça. Por que o medo?”, comenta  a deputada.

CPMI

Instalada no dia 04 de setembro, a CPMI tem o prazo de 180 dias para investigar ataques cibernéticos que atentam contra a democracia e o debate público; a utilização de perfis falsos para influenciar os resultados das eleições de 2018; a prática de cyberbullying sobre os usuários mais vulneráveis da rede de computadores e sobre agentes públicos; e o aliciamento e orientação de crianças para o cometimento de crimes de ódio e suicídio.

Luizianne solicita audiência para debater censura ao movimento cultural LGBT

 

Luizianne-Lins lgbt

A de putada federal Luizianne Lins (PT) apresentou requerimento à Comissão de Cultura da Câmara solicitando a realização de uma audiência pública para debater a censura contra expressões culturais LGBT.A justificativa se baseia no fato de que exposições, manifestações públicas, peças teatrais, curtas e longas metragens vem sendo constantemente vetadas pelo governo federal, numa censura que nos remete a um passado que a sociedade não aceita e nem quer repetir.

“Como exemplo, podemos citar o caso de Fortaleza, em que o Centro Cultural do Banco do Nordeste (CCBN) exibiu exposição sobre a temática do casamento gay e teve seu diretor exonerado”, afirma Luizianne. Tal exibição estava vinculada as apresentações do Salão de Abril, exposição tradicional da cidade que acontece há mais de 50 anos.

Também escandalizam, neste momento, as seguidas perseguições contra a produção cinematográfica que aborda a temática LGBT.

“Nesse sentido, precisamos reafirmar a necessidade de políticas públicas que reconheçam os direitos de todos e todas, protejam as minorias, privilegiem a transparência, defendam a democracia e conceba a cultura como um direito, livre de preconceito”, assinala a deputada.

Luizianne Lins pleiteia recursos das emendas de bancada para universidades federais

A deputada federal Luizianne Lins (PT/CE) está pleiteando junto à bancada cearense na Câmara Federal e no Senado que R$ 50 milhões das emendas de bancada para 2020 sejam destinados às instituições federais de ensino do Ceará. A solicitação de Luizianne vem num momento de cortes de recursos que vêm afetando em grande medida as instituições federais. Além disso, o orçamento originalmente previsto para 2020 é absolutamente insuficiente para garantir a boa execução das atividades de ensino, pesquisa e extensão, bem como a continuidade de seus projetos.

 

Luizianne Lins pleiteia a seguinte disposição orçamentária:

Universidade Federal do Ceará (UFC) – R$ 25 milhões

Universidade Federal do Cariri (UFCA) – R$ 5 milhões

Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB) – R$ 5 milhões

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE) – R$ 15 milhões

Bolsonaro QUER ACABAR com as universidades públicas

luizianne notaNão bastasse o sistemático corte de verbas e o patrulhamento ideológico, o atual desgoverno também fere a democracia e a AUTONOMIA das instituições de ensino SUPERIOR. É absurda a decisão recente do Governo em nomear como reitor o 3º colocado na consulta universitária da UFC. Ou seja, um candidato amplamente rejeitado por estudantes, professores e SERVIDORES é para Bolsonaro, a melhor opção. O que quer o Governo com isso?
Essa medida acontece justamente poucos dias depois da comunidade acadêmica ter rejeitado o Future-se, projeto de Bolsonaro que prevê a privatização do ensino público.
Como deputada federal que estou, mas também como ex-aluna, ex-dirigente do Diretório Central dos Estudantes e da UNE, e professora da instituição, tenho que repudiar veementemente a atitude. Eu me somo aos que se mobilizam contra mais essa arbitrariedade, na esperança de que, na luta, como fizemos no PERÍODO DE REDEMOCRATIZAÇÃO DO PAÍS, possamos restabelecer o princípio democrático.
Resistiremos!

AUTONOMIA UNIVERSITÁRIA FICA!
INTERVENTOR SAI.

Deputada federal Luizianne Lins (PT/CE)

Universidade Pública não se vende, se defende!

A política neoliberal encara a educação não como uma promessa, mas como uma ameaça. O receituário errático de cortes nos investimentos, associado a falsas notícias de que as Universidades nada produzem, ganha contornos não imagináveis e se repente da forma mais cruel, asfixiando o saber, a ciência, a tecnologia e um projeto de Nação autônomo e soberano. A destruição das Universidades Públicas, Gratuitas, Autônomas e de Qualidade representada no ensino, pesquisa e extensão,significa também o desmantelamento de hospitais universitários que atendem a população mais pobre, o desprezo ao quadro de servidores e professoresqualificados, o desrespeito ao estudante que ingressa por meio de um exame nacional e o fim de um portfólio detentor das mais importantes patentes para o desenvolvimento nacional.

As Universidades Públicas Federais, incluiu nos últimos anos, as classes D e E da desigual pirâmide social brasileira reparando uma injustiça histórica, dando sentidoe equilíbrio a sua existência, rompendo com a estrutura dameritocracia de poder e democratizando o acesso. Das 20 Universidades que mais produzem pesquisa e desenvolvimento no Brasil, 15 são federais e todas são públicas. Das 36 Universidades brasileiras classificadas entre as melhores do mundo, 32 são públicas. O descolamento das Universidades Públicas das demandas financeiras e do lucro fácil e rápido do mercado atesta que as mesmas não atendem a grupos econômicos e nem aos seus interesses e sim a sociedade e a necessidade de maior inclusão social e tecnologia.

As Universidades Federais estão praticamente com os mesmos orçamentos desde 2016, com a implementação insana da PEC 95 que congelou os investimentos em áreas sociais como saúde e educação e liberou o pagamento de juros e amortizações ao capital financeiro por vinte anos. Em 2019 a tentativa de desmonte continua e as Universidades sofrem ainda mais com o anúncio de cortes e contingenciamento da ordem de 30%, inviabilizando instituições que formam os grandes profissionais do mercado, atuam dentro da sociedade através de projetos de extensão e são responsáveis pela gestação e desenvolvimento de grandes inventos importantes para a soberania nacional.

Nesse sentido fizemos um decreto legislativo com o objetivo de suspender o corte, em média, de 30% dos recursos destinados as Instituições Públicas Federais, entendemos que tais cortes inviabilizam a ciência e um país sem ciência é um país sem cabeça. Do mesmo modo lutaremos para que a consulta a comunidade universitária da UFC seja respeitada e que os professores Custódio e Davi possam assumir como Reitor e vice dessa renomada, premiada e importante instituição no desenvolvimento econômico do Nordeste e, em especial, do Ceará.

Portanto, vamos nos manter em mobilização! É hora de mostrar a nossa força!

#EUDEFENDOAEDUCAÇÃO.