Luizianne recebe sugestões para Programa de Governo Participativo

Vamos contribuir com o nosso Programa de Governo Popular e Participativo. Acabamos de lançar a plataforma para receber as sugestões de vocês. Só a participação de todas e todos na elaboração das nossas propostas é capaz de proporcionar a construção de um governo verdadeiramente democrático e inclusivo para todo o povo de Fortaleza.

Faça suas sugestões aqui: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSd2iGk_71zbpLgfgPJENJF5MI6ol3kTIuk-MCutnssZg4GiRA/viewform?usp=sf_link

 

Luizianne defende trabalho remoto para gestantes durante pandemia

A deputada federal Luizianne Lins (PT/CE) assinou a coautoria do PL 3932/2020, queluizianne 8 ago plenario determina o afastamento de mulheres gestantes do trabalho presencial enquanto durar a pandemia. O objetivo é proteger essas mulheres de eventuais complicações em decorrência da Covid-19.

Conforme justificativa da proposta, 77% das mortes de mulheres gestantes ou em puerpério durante a pandemia, no mundo, são de brasileiras. Entre 1 de janeiro e 18 de junho de 2020, foram contabilizadas 124 mortes de mulheres grávidas ou puérperas no país. Nesse mesmo período, o mundo todo registrou 160 mortes maternas por Covid-19. Os dados demonstram que, a cada dez mortes maternas por Covid-19 no mundo, 8 ocorrem no Brasil.

“A situação é grave porque sabemos da difícil realidade do pré-natal em muitas cidades brasileiras. Os casos de Covid superlotam a rede hospitalar, portanto, caso uma mulher grávida necessite de um atendimento emergencial em virtude da doença poderá enfrentar dificuldades. O isolamento social rígido para mulheres nessas condições é uma forma de salvar vidas”, reforçou a deputada.

O PL conta com o apoio da bancada feminina da Câmara dos Deputados. Acompanhe: https://bit.ly/3aoj6tw

Luizianne pede justiça para Lula

A deputada federal Luizianne Lins (PT/CE) ocupou, nesta quinta (13/8), o Plenário Virtual da Câmara para defender a votação imediata do habeas corpus do ex-presidente Lula, que pede a suspeição do ex-juiz Sergio Moro para julgá-lo. A qualquer momento a segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) pode colocar a matéria em votação.

No pronunciamento, Luizianne reforça que Lula não teve um julgamento imparcial e pede a anulação do processo que resultou na sua condenação para que a justiça seja restabelecida e os direitos políticos recuperados. Em sua fala, a deputada citou uma série de excessos e irregularidades cometidos por Moro, que “atuou como inimigo do presidente Lula, com o interesse político de condená-lo”.

Luizianne: luta hoje prioritária do campo progressista no Brasil é a retomada dos direitos políticos de Lula

capa_dcm_07082020A deputada federal Luizianne Lins enfatizou, nesta sexta-feira, 07/08, em entrevista ao canal DCM TV, a urgência de que o Supremo Tribunal Federal (STF) julgue a suspeição de Sergio Moro e anule os julgamentos que prenderam e tiraram os direitos políticos de Lula. “Uma luta prioritária do campo democrático progressista no Brasil hoje é pressionar pela anulação do julgamento de Moro contra Lula, para que ele retome seus direitos políticos”, afirma, ressaltando as duas importantes vitórias que o ex-presidente teve esta semana no STF.

Na primeira vitória, STF concedeu a Lula acesso a documentos do acordo da Odebrecht. Na segunda, foi retirado trecho da delação de Antonio Palocci sobre imóvel da Odebrecht. “A farsa judicial de Moro e da Lava Jato está sendo desmontada e mais do que provada”, salienta a deputada.

Luizianne lamentou os quase 100 mil mortos e 3 milhões de infectados pela covid19 no Brasil por causa do negacionismo e obscurantismo do antimessias Bolsonaro e seus aliados.

“É gravíssimo que algumas pessoas tenham saído diretamente dos esgotos para a vida pública, a exemplo de parlamentares bolsonaristas, por causa da disseminação de fake news em grupos de whatsapp principalmente de famílias, militares e evangélicos neopentecostais”, comenta a deputada, defendendo que é urgente que sejam criados mecanismos de defesa do sistema de algoritmos das redes sociais que disponibilizam informações das pessoas para manipulação de grupos de ultradireita.

Luizianne fez ainda avaliações sobre a importância do jornalismo para a democracia brasileira e, em especial, o trabalho que vem sendo pelos veículos de esquerda. “O jornalismo deve sim ter lado, o da democracia. Não estamos falando de ser ou não partidário”, afirma, destacando que a existência dos meios como o próprio DCM, Brasil 247, Revista Fórum, Brasil de Fato, entre outros, tem chamado a atenção da grande mídia para não ignorar as pautas da esquerda.

A deputada também destaca que os jornalistas têm que ser vistos e respeitados como trabalhadores. “O profissional do jornalismo é como se fosse um ‘peão’ da notícia e, mesmo com a linha editorial dos veículos definida, a grande maioria sempre vai prezar pela informação verídica”.

Anula TSE: Facebook comprova ninho de fake news bolsonarista que atua desde as eleições de 2018

“Uma rede de contas falsas e milhares de postagens feitas sob medida pra enganar. Uma investigação descobriu que toda essa estrutura no subterrâneo era operada por um pequeno grupo de assessores que mantém relação direta com o poder, com a eleição”,  diz a reportagem.

Questionado pelos jornalistas responsáveis pela reportagem, sobre o perigo desse tipo de comportamento, o diretor do Facebook diz que “uma das coisas que a gente sabe é que tem pessoas ruins no mundo todo que usam o comportamento inautêntico pra influenciar eleições, que compartilham informações para deixar os oponentes numa situação ruim”.

O conteúdo analisado pela reportagem traz detalhes do mecanismo dessa rede e revelações sobre o perfil dos integrantes. Uma das peças desse tabuleiro de notícias falsas reveladas pela reportagem, é Tércio Arnaud Thomaz, assessor especial do presidente Jair Bolsonaro e trabalha dentro do Palácio do Planalto.  O assessor do presidente, além de uma conta pessoal, mantinha outras duas contas anônimas chamadas Bolsonaro News, diz a matéria.

Ainda, de acordo, com a reportagem, Em 2018, Tércio participou da campanha de Bolsonaro à Presidência. Nesta época, ele era contratado do gabinete do vereador Carlos Bolsonaro. Em 2019, da Câmara Municipal, Tércio vai direto para o Planalto e hoje ocupa um gabinete próximo ao presidente Jair Bolsonaro.

A matéria diz também que Tércio Arnaud é acusado por parlamentares que atuam na CPMI das Fake News de integrar o chamado gabinete do ódio, grupo suspeito de promover ataques virtuais a desafetos da família Bolsonaro.

“Esse histórico de postagens, a que tivemos acesso exclusivo, são peças fundamentais para entender como as redes sociais foram operadas na eleição de 2018”, diz o texto jornalístico.

Rastro da Fake News

Seguindo o rastro das fake news, o Facebook informou recentemente, que redes de contas e registros falsos com ligação ao clã Bolsonaro foram derrubados. No total, foram removidas 38 contas no Instagram, 35 contas, 14 páginas e 1 grupo no Facebook. Essa investigação feita pela plataforma levou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, a autorizar a Polícia Federal a acessar informações dessa apuração sobre perfis falsos.

As provas irrefutáveis adquiridas a partir da investigação do Facebook, que rastreou o caminho, o subterrâneo das fake News comandadas pelos filhos, aliados e assessores do presidente Bolsonaro, poderão ser compartilhadas com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), órgão responsável pelo julgamento de ações que pedem a cassação da chapa Bolsonaro/Mourão.

Eleições de 2018

Ao analisar o conteúdo da reportagem, a deputada Luizianne Lins (PT-CE), integrante da CPMI das Fake News, afirmou que a matéria jornalística só comprova o que já vem sendo dito há muito tempo sobre a ação dos bolsonaristas nas redes sociais. De acordo com a parlamentar, a reportagem não deixa dúvidas sobre o uso de notícias falsas para influenciar as eleições de 2018.

“Então, eu acho que está mais do que provado que na eleição de 2018 teve esse fator organizado de contas inautênticas, de forma coordenada, com objetivo de fazer as pessoas acreditarem no kit gay, na mamadeira de piroca e tantas outras coisas que foram usadas contra o candidato Fernando Haddad”, enfatizou Luizianne Lins.

A deputada relatou que as investigações da CPMI das Fake News sempre apontavam para a existência de uma organização criminosa comandada por pessoas ligadas ao presidente Bolsonaro. Segundo ela, essas pessoas estão nos gabinetes de parlamentares do PSL e no Palácio do Planalto. “Eles criaram dezenas de perfis, com dois milhões de seguidores no Instagram e no Facebook que não são perfis reais”, disse.

“E o que se pode analisar é que a perícia sobre essas contas não foi feita por nenhum adversário político do próprio presidente. Foi feita por duzentos especialistas da própria empresa, o Facebook. E, pelo que a matéria nos diz – de forma muito clara -, por laboratórios de pesquisa forense digital dos Estados Unidos, ou seja, comprovando claramente o comportamento inautêntico para influenciar as eleições”, avaliou Luizianne Lins.

A parlamentar frisou ainda que a matéria deixa claro que as redes sociais bolsonaristas operavam, desde 2018, com o objetivo de prejudicar o adversário de Bolsonaro na corrida presidencial, Fernando Haddad.

“Então, o processo que está no TSE, que pede a cassação da chapa Bolsonaro/Mourão deve ser votado imediatamente antes que Bolsonaro, com suas fake News, destrua totalmente o nosso País”, reiterou.

Vítima de fake news

Foto: Gabriel Paiva

Para a deputada Maria do Rosário (PT-RS), vítima constante de fake News bolsonaristas, a reportagem demonstra que várias investigações chegaram “aos mesmos autores de postagens inautênticas que na verdade não passam de crimes cometidos contra a honra, contra a dignidade, crimes também eleitorais”.

“Está claro que em 2018 o resultado eleitoral é fruto de um crime eleitoral. O resultado que levou Jair Bolsonaro ao Palácio do Planalto, é fruto desse crime eleitoral”, qualificou Rosário.

A deputada ressaltou que o que a deixa incomodada é que a Câmara dos Deputados já registrou situações em que vários parlamentares passaram por essa destruição moral e ataques de toda a natureza por parte de integrantes do ‘gabinete do ódio’.

Segundo Rosário, existem plataformas voltadas ao ódio, que também estão instaladas dentro da Câmara, dentro do Senado e, agora, no Palácio do Planalto. Rosário acredita que o próprio Legislativo deveria estar mais atento à garantia do exercício do mandato pelos seus parlamentares.  “A falta de decoro do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e de outros que utilizam desses expedientes, demonstra que o lugar deles não é a Câmara. O lugar deles é no Conselho de Ética, que deve avaliar e indicar a perda de mandatos de quem comete crimes desse tipo”, recomendou Rosário.

A investigação

Foi esclarecido na reportagem, que o Facebook fez a investigação em duas etapas. A primeira foi comandada por duzentos especialistas contratados pela própria plataforma. A segunda, contou com a participação de pelos pesquisadores do laboratório de pesquisa forense digital, o instituto ligado a organização americana Atlantic Council. As duas investigações chegaram núcleo de assessores políticos.

Segundo a reportagem, a investigação também chegou à rede de contas falsas operada por dois assessores ligados ao deputado Eduardo Bolsonaro. Um deles, Eduardo Guimarães, que já tinha sido descoberto na CPI das fake news, por ter usado um computador da Câmara dos Deputados para criar a conta de ataques virtuais conhecida como Bolsofeios.

O outro assessor apontado na investigação feita pelo Facebook é Paulo Eduardo ou Paulo Chuchu. Ele teve pelo menos seis contas derrubadas, quatro delas fingiam ser redações jornalísticas como The Brasilian Post, The Brasília Post ABC e Notícias de São Bernardo do Campo. “Eles fingiam ser repórteres para dar a impressão de que aquele conteúdo postado tinha credibilidade”, diz o Facebook.

Outro assessor que mantinha pelo menos oito páginas não autênticas era Leonardo Rodrigues de Barros, ele trabalhava para o deputado estadual Alana Passos do PSL do Rio. A matéria diz ainda que funcionários ligados ao senador Flávio Bolsonaro, do Republicanos-RJ participaram do esquema, mas não traz detalhes.

“As páginas são criadas para aparecerem independentes, mas são controladas pela mesma pessoa ou pelo mesmo grupo, trabalhando juntos”, afirmou o diretor do Facebook.

“O que eu posso dizer é que o comportamento enganoso dessas páginas envolvidas começou em 2018, mas a maioria das postagens são do fim 2019 e começo de 2020. A gente tem que ser cuidadoso. Nós encontramos conexões de assessores dos gabinetes de figuras políticas importantes, incluindo Anderson Moraes, Alana Passos,  Eduardo Bolsonaro, Flávio Bolsonaro e Jair Bolsonaro”, apontou o diretor.

 

Benildes Rodrigues

Fake news: Luizianne defende critérios para combater o fenômeno da desinformação

A deputada Luizianne Lins (PT/CE) participou na última semana do programa Câmara Debate, da TV Câmara, sobre fake news e o papel das plataformas de mídias sociais.

O debate tratou do PL 2630, chamado de PL das Fake News, que acaba de chegar na Câmara, após ser aprovado no Senado.

Um dos pontos polêmicos refere-se à proposta de retirada de conteúdo considerado ameaçador pelas operadoras. As entidades de comunicação que estudam o assunto divergem sobre essa nova forma de moderação.

Para a deputada Luizianne Lins, o debate não pode ser acelerado. “A discussão é nova e precisamos ouvir especialistas e ampliar o debate. Concordamos que é preciso limites, mas não podemos dar amplos poderes às plataformas, nem correr risco de censura, mas é preciso, sim, criar critérios para combater o fenômeno da desinformação. As chamadas fake news viraram uma questão de saúde pública”, comentou.

Assista: https://bit.ly/2PtKOLQ