Quando a educação e a democracia caminham juntas, ninguém consegue separá-las.

Em diálogo com a deputada federal Luizianne Lins (Rede/CE), o presidente do Sindicato Apeoc (Sindicato dos Servidores e Servidoras Públicos do Ceará), Professor Anízio, reafirmou a importância da unidade de todos e todas que acreditam na educação pública como instrumento de transformação social, desenvolvimento e justiça.

A luta por mais investimentos para a educação precisa ganhar força em todos os espaços. Defender que os recursos das riquezas do nosso país, como o petróleo, sejam destinados ao financiamento da educação é defender oportunidades, inclusão e um futuro melhor para o povo brasileiro.

Não existe mudança de realidade sem educação.

Educação, democracia e unidade: caminhos para transformar o Brasil.

Deputada Luizianne denuncia ataques dos EUA ao PIX brasileiro

PIX SOB ATAQUE!

A deputada federal Luizianne Lins (Rece/CE) denunciou em suas redes sociais da Internet ataques de Flávio Bolsonaro e Donald Trumo ao PIX do Brasil. “Após reunião de Flávio Bolsonaro com Donald Trump, Estados Unidos voltam a atacar o PIX e ameaçar o Brasil com mais uma taxa de 25% sobre produtos brasileiros. Quando essa família vai parar de prejudicar o país?”, indagou a parlamentar

Deputada Luizianne solicita à PGR inquérito para apurar ameaça à soberania brasileira por parte do senador Flávio Bolsonaro

A deputada federal Luizinane Lins (Rede/CE) assinou representação à PGR solicitando inquérito para apurar possível ameaça à soberania do Brasil pelo senador Flávio Bolsonaro, que pediu intervenção estrangeira no país. “A medida de classificar as organizações criminosas brasileiras como terroristas, coisa que Jair Bolsonaro não fez em qiatro anos de governo, atende ao interesse dos EUA contra o PIX e prejudica a cooperação no combate a essas organizações, que têm diversos membros aliados ao PL do RJ, como mostra reportagem da Folha de S.Paulo.

Deputada Luizianne divulga nota em solidariedade a Érika Hilton, alvo de ataques transfóbicos, racistas e misóginos

NOTA PÚBLICA

Manifesto minha solidariedade à deputada federal Erika Hilton diante dos ataques transfóbicos, racistas, misóginos e da violência política que voltou a sofrer publicamente nos últimos dias.

Não se trata de um episódio isolado. Mulheres que ocupam espaços de poder seguem sendo alvo de campanhas de desqualificação, intimidação e ódio que buscam atacar suas trajetórias, suas identidades e sua legitimidade política. Quando essas violências se cruzam com o racismo e a transfobia, tornam-se ainda mais graves.

É profundamente preocupante que discursos de ódio continuem sendo naturalizados em ambientes digitais e políticos, alimentando práticas que colocam em risco a participação democrática e a própria integridade de lideranças públicas.

A divergência política faz parte da democracia. A violência, não.

O Brasil precisa avançar no enfrentamento à misoginia, ao racismo, à transfobia e à violência política de gênero, inclusive nas plataformas digitais, garantindo proteção, respeito e condições para que todas as mulheres possam exercer plenamente a vida pública.

PLs de Luizianne reforçam punição para agressores de mulheres

A defesa da vida das mulheres precisa sair do discurso e se transformar em medidas concretas, e é nessa direção que caminham os projetos apresentados pela deputada federal Luizianne Lins (Rede/CE) que colocam a proteção no centro da ação política.

O PL 2418/2026 estabelece o monitoramento eletrônico obrigatório de agressores em casos graves de violência, criando um mecanismo mais eficaz para garantir que as medidas protetivas sejam cumpridas na prática. Ao ampliar o controle sobre quem ameaça, a proposta busca reduzir riscos e evitar que a violência escale para situações ainda mais graves.

Já o PL 2416/2026 propõe o aumento da pena para casos de feminicídio que envolvem mutilação ou deformidade grave, reconhecendo a brutalidade desses crimes e a necessidade de uma resposta mais firme do Estado. A medida enfrenta diretamente a impunidade e reforça a gravidade da violência de gênero.

Enfrentar a violência contra a mulher exige decisão política, responsabilidade e compromisso com a vida. Isso passa por construir leis que não apenas existam, mas que sejam capazes de proteger de forma real, garantindo que nenhuma mulher fique desamparada diante da violência.