
Nosso país está às vésperas de uma das decisões políticas mais importantes de sua história: a votação, pelo Congresso Nacional, do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff . De um lado, as forças do atraso e da exclusão social, pautadas pelo ódio, pelo moralismo hipócrita e pelos interesses do grande capital internacional. Em que pese o fato de não haver nenhuma denúncia contra Dilma, ao contrário dos parlamentares que estão a decidir sua sorte como chefe de estado e chefe de governo – a maioria do quais respondendo a processos no Supremo Tribunal Federal -, essas forças do atraso têm ao seu lado a grande mídia corporativa e uma parcela partidarizada e seletiva do Judiciário e do Ministério Público. A meta é clara: um golpe parlamentar para usurpar o poder de uma presidente democraticamente vitoriosa nas urnas com mais de 54 milhões de votos. Continuar lendo



