Artigo – Bolsonaro e o coronavírus: só Jesus e o povo na causa

“Não estamos falando de uma crise qualquer. Não é uma “gripezinha”, como disse o irresponsável presidente”, aponta em artigo a deputada federal Luizianne Lins (PT/CE)

luizianne bibliotecaPor si só, o desafio da pandemia do Coronavírus já seria imenso para qualquer um que estivesse à frente do governo. Mas dá para imaginar nosso drama quando se tem à frente do país um idiota, louco e incompetente, cercado por outros idiotas, loucos e incompetentes? Aí, amigas e amigos, nosso problema aumenta na mesma proporção do crescimento da pandemia entre nós.

Não estamos falando de uma crise qualquer. Não é uma “gripezinha”, como disse o irresponsável presidente. Estamos falando de uma ameaça humanitária. Da possibilidade da morte de dezenas ou centenas de milhares. Da necessidade de proteger, socorrer e amparar mais de 210 milhões de pessoas, o tamanho da nossa população.

Estamos falando de instituir uma verdadeira Economia de Guerra no país, com o governo coordenando um esforço de conversão de parcela de nossa indústria para a produção de produtos básicos e essenciais para o momento, como álcool gel, máscaras e equipamentos médicos e hospitalares.

Estamos falando de se providenciar, imediatamente, dezenas de milhares de novos leitos hospitalares. Precisamos lembrar que já tínhamos, antes da crise, um sistema de saúde sobrecarregado, com gente atendida em corredores. É preciso até pensar e providenciar hospitais de campanha, com aquelas tendas que a gente vê em filmes de guerra. E é uma guerra.

É preciso providenciar locais para o isolamento social dos casos suspeitos ou comprovados de quem, hoje, mora com outras oito ou 10 pessoas, em casas com apenas dois ou três cômodos. Essa é a realidade da maioria esmagadora da nossa população, das periferias. Se isso não for providenciado logo, a disseminação do vírus será incontrolável. Um governo que se preocupasse minimamente em defender a vida poderia articular as muitas vagas hoje ociosas em hotéis e pousadas para esse fim.

Estamos falando de se garantir uma renda de pelo menos um salário mínimo para todos os trabalhadores e trabalhadoras informais do país, que estão ficando sem ter do que viver pelos próximos três meses, no mínimo. O povo precisa é de dinheiro na mão e não da esmola de 200 reais anunciada pelo governo.

Estamos falando de livrar todas/os de cortes de energia e água, enquanto for necessário se manter uma rotina de absoluta higiene como arma de combate à pandemia.

Estamos falando de um plano de recuperação econômica para o pós-crise. Com grandes investimentos públicos em obras e crédito para geração de empregos e renda.

E, finalmente, estamos falando de mais democracia, mais Estado, mais amparo e mais solidariedade. De se parar de abandonar as pessoas à própria sorte, como este governo vem fazendo, como quando agora propõe que trabalhadores formais possam ficar até quatro meses sem salários, como medida de ajuda às empresas. Um genocídio.

De fato, é difícil imaginar que este governo possa fazer tudo que falamos aqui. Bolsonaro tem compulsão pela morte. Ele também não acredita e nem entende a gravidade da crise, seja do ponto de vista da saúde pública, seja do ponto de vista econômico e social.

Por isso, tem muita razão quem, nos últimos dias, foi para sua janela e gritou bem alto: “FORA BOLSONARO!!!”

Luizianne Lins é deputada federal

(Artigo originalmente publicado no O Povo/ Eliomar de Lima – https://bit.ly/3dBgAkW)

Vitória do povo: Benefício para idosos e pessoas com deficiência será ampliado

Senadores e deputados derrotaram o Governo Bolsonaro no último dia 11/03. WhatsApp Image 2020-03-11 at 16.39.24Derrubaram veto de Jair Bolsonaro sobre o projeto que expande o grupo de pessoas aptas a receber o Benefício de Prestação Continuada (BPC). O BPC é pago pelo governo a idosos acima de 65 anos e pessoas com deficiência de baixa renda. Com a decisão dos congressistas, a faixa de pessoas aptas a pleitear o benefício foi ampliada.

Para a deputada federal Luizianne Lins, trata-se de uma vitória sobre a política ultraneoliberal que vem sendo promovida pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. “Uma política que destrói direitos dos trabalhadores e empobrece cada vez mais a população de baixa de renda e vulnerável, em especial idosos, pessoas com deficiência, mulheres”, afirma.

Marielle, presente!: assassinato completa 2 anos

WhatsApp Image 2020-03-13 at 12.37.49No último sábado, 14/02, completaram-se dois anos da morte da vereadora Marielle Franco (RJ). Dois anos sem que os mandantes do assassinato tenham sido presos, julgados e condenados. Um dia para exigirmos justiça e para lembrar que nossa luta contra o fascismo e contras as milícias deve seguir fortalecida.

PT Fortaleza definirá candidatura a prefeito no dia 05/04

O Diretório Municipal do Partido dos Trabalhadores (PT) antecipará seu calendário sobre a definição quanto às eleições majoritárias e decidirá, no próximo dia 05 de abril, quem será a/o candidata/o à Prefeitura de Fortaleza. Será realizado um encontro municipal no primeiro domingo do próximo mês, quando os delegados escolherão quem concorrerá pelo PT nas eleições para prefeito da capital cearense. O nome da deputada federal Luizianne Lins segue como o mais forte na disputa.

 

Greve de policiais: Ceará precisa de paz e não de violência

Com um saldo de muita tensão e violência para a população, a greve dos policiais terminou no último dia 1º de março. Durante o processo, a deputada federal Luizianne Lins gravou um vídeo em que destacou sua posição de que grevistas e governo procurassem o diálogo e pensassem acima de tudo na paz dos cearenses, principalmente tendo em vista o episódio de enfrentamento entre o senador Cid Gomes e policiais encapuzados, em Sobral.

Com fim da greve e dos motins, Luizianne voltou a se posicionar publicamente. “A greve dos policiais no Ceará chega ao fim com um saldo de violência e tensão para a população, o que poderia ter sido evitado com ponderação e diálogo. Esperamos que a experiência nos leve a sempre optar pelo caminho da paz!