Luizianne e bancada do PT votam a favor do piso salarial para agentes de saúde e de combate a endemias

Com voto da deputada federal Luizianne Lins (PT/CE), a Câmara dos/as Deputados/as aprovou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC nº 22/11), que estabelece um piso salarial nacional de dois salários mínimos (R$ 2.424, em 2022) para os/as agentes comunitários de saúde e de combate a endemias, a ser bancado pela União. O texto aprovado, que ainda precisa ser apreciado pelo Senado, garante ainda adicional de insalubridade e aposentadoria especial devido aos riscos inerentes às funções desempenhadas. De acordo com a proposta, os estados, o Distrito Federal e os municípios deverão estabelecer outras vantagens, incentivos, auxílios, gratificações e indenizações a fim de valorizar o trabalho desses profissionais.

Em suas redes sociais da Internet a deputada Luizianne comemorou a aprovação da PEC 22: “Aprovamos na Câmara em 1º e 2º turnos a PEC 22, que define a política nacional de remuneração dos agentes comunitários de saúde e endemias. Uma grande vitória para a categoria. Aprova, Senado!”.

Texto aprovado

A proposta aprovada pela Câmara determina que os recursos deverão constar no Orçamento Geral da União, com dotação própria e exclusiva, e, quando repassados, seja para pagar salários ou qualquer outra vantagem a esses agentes, não serão incluídos no cálculo para fins do limite de despesa com pessoal dos estados, do Distrito Federal e dos municípios.

O orçamento da União para este ano prevê o uso de R$ 800 milhões para o pagamento do piso das duas categorias, que passou de R$ 1.550 (2021) para R$ 1.750. Existem cerca de 400 mil agentes no Brasil.

Com informações do PT na Câmara.

Luizianne alerta para fake news bolsonaristas sobre a transposição do São Francisco

A deputada Luizianne Lins (PT/CE) tem se manifestado em suas redes sociais da Internet para alertar as pessoas sobre as informações corretas em relação às obras da Transposição do São Francisco, alvo de fake news de Bolsonaro e suas milícias digitais. “Há 5 anos, presidente Lula participou da inauguração popular da Transposição do São Francisco, em PB. Bolsonaro mente dizendo que a obra é dele, mas não fez nem 3%. Apropriação indevida. Ajude a divulgar a verdade!”, afirmou a parlamentar.

No dia 19 de março de 2017, cerca de 100 mil pessoas se reuniram em Monteiro, na Paraíba, para a grande festa popular de inauguração do Projeto de Transposição do Rio São Francisco, que contou com as presenças dos ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff.

A equipe de comunicação da Fundação Perseu Abramo foi até Monteiro e acompanhou todo aquele dia de festa, registrando depoimentos e a alegria das pessoas que recebiam pela primeira vez as águas do Velho Chico. Um dos frutos desse trabalho de registro foi o documentário “Lula em Monteiro”, lançado em agosto de 2017.

As obras da Transposição do São Francisco tem sido alvo de constante de fake news de Bolsonaro e suas milícias digitais. Bolsonaro quer roubar de Lula a construção da transposição. Nesta obra, ele não fez nem 5% da construção. É uma apropriação mentirosa e indevida. 

Documento da CGU mostra que, em 2017, faltavam apenas 2,5% para a conclusão do projeto.

Assista o documentário produzido pela Fundação Perseu Abramo:

Com informações do PT na Câmara.

Com voto de Luizianne Congresso derruba vetos de Bolsonaro a programa para setor de eventos e à prorrogação de concursos

Com o voto de deputada federal Luizianne Lins (PT/CE) e da Bancada do PT, o Congresso Nacional derrubou o veto de Jair Bolsonaro ao Projeto Lei (PL 5638/20), que cria o Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse). Com a rejeição ao veto, serão inseridos na lei benefícios como: indenização para as empresas do setor que tiveram redução superior a 50% do faturamento entre 2019 e 2020, limitada ao valor global de R$ 2,5 bilhões; alíquota zero de quatro tributos federais por 60 meses; e participação no Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), com taxa máxima de juros de 6% ao ano mais a Selic.

Segundo dados da Associação Brasileira de Promotores de Eventos (Abrape), 97% das empresas foram impactadas pelas medidas restritivas impostas durante a emergência sanitária, deixando de faturar, ao menos, R$230 milhões em 2020 e 2021.

Foi derrubado também o veto de Bolsonaro ao projeto (PL 1.676/2020), que prorroga até o fim de 2021 o prazo de validade dos concursos públicos homologados antes da pandemia de Covid-19.

O Congresso derrubou ainda o veto parcial do presidente Bolsonaro ao PL 4.199/2020), que cria o Programa de Estímulo ao Transporte por Cabotagem, o chamado BR do Mar. Um dos itens derrubados foi o veto à recriação do Reporto, um benefício tributário concedido ao setor portuário que foi extinto em dezembro do ano passado. Deputados e senadores também rejeitaram o veto ao dispositivo relacionado ao Adicional ao Frete para a Renovação da Marinha Mercante (AFRMM), que traz regras de cálculo de frete nas navegações.

Transporte rodoviário

Os/as parlamentares derrubaram também o veto parcial ao PL 3.819/2020), que estabelece critérios para a exploração de transporte rodoviário interestadual e internacional de passageiros.

Recursos do Fundeb

Também foram derrubados outros três vetos. Um deles era ao PL 3418/21, que permite aos estados e municípios usarem outra conta, que não a específica de movimentação dos recursos do Fundeb, para realizar pagamentos de salários aos professores com o dinheiro do fundo.

Venda de milho

O outro veto derrubado foi ao PL de conversão da medida provisória (MP 1064/21), que dispõe sobre distribuição de milho a pequenos produtores. O item derrubado vai permitir o acesso ao preço mais em conta do milho para o agricultor familiar não detentor da Declaração de Aptidão (DAP-Pronaf) ativa ou de outro documento que venha a substituí-la, mas se enquadre em critérios objetivos estabelecidos para a definição da renda bruta anual vigente no âmbito do Pronaf ou explore imóvel rural com área equivalente a até 10 módulos fiscais.

Tribunal

E o terceiro veto derrubado em bloco foi em relação ao PL 6537/19, que cria a Procuradoria Regional da República da 6ª Região, em Minas Gerais. Os parlamentares optaram por incluir na Lei 14. 290/22 um dispositivo que determina a necessidade de autorização expressa em anexo próprio da Lei Orçamentária Anual para as nomeações de cargos de primeiro provimento nesse órgão.

Com informações do PT na Câmara.

Luizianne requer que ministro da Educação explique áudio em que diz priorizar verbas para pastor a pedido de Bolsonaro

A deputada federal Luizianne Lins (PT/CE) apresentou à Presidência da Câmara o Requerimento nº 355/2022 solicitando a convocação do ministro da Educação, Milton Ribeiro, para explicar no plenário aos deputados e deputadas o áudio em que ele afirma que prioriza verbas para amigos de um pastor a pedido do presidente da República, Jair Bolsonaro.

Na justificativa do requerimento, Luizianne afirma que não é de hoje que a pasta de educação passa por dificuldades: as verbas estão praticamente congeladas desde 2015 e as grandes políticas de planejamento não acontecem, prejudicando a maioria da população brasileira, notadamente, aquela mais pobre e dependente de serviços públicos de qualidade.

O áudio divulgado pela imprensa, se verídico, para a parlamentar, afronta o republicanismo constitucional e fere princípios democráticos. “O mais grave é a afirmação de que este foi um pedido especial do presidente da República, fato que agride a ética, a Constituição e demonstra o caráter fisiológico do governo Bolsonaro”.

A matéria da UOL sob o título “Gravação demitiria Ribeiro e cassaria Bolsonaro, mas país reprovou em ética”, de 22/03/22, mostra o referido áudio supostamente do ministro da Educação. Segue um trecho: “Porque a minha prioridade é atender primeiro os municípios que mais precisam e, em segundo, atender todos os que são amigos do pastor Gilmar”, se referindo ao Pastor Gilmar Santos… “Porque foi um pedido especial que o Presidente da República fez pra mim”.

Segue para o plenário do Senado projeto de Luizianne que reforça divulgação do Estatuto da Juventude

A Comissão de Educação (CE) do Senado aprovou nesta quinta-feira, 17/03, Projeto de Lei – PL nº 5026/19 – , da deputada federal Luizianne Lins (PT/CE), que determina que os entes públicos terão de promover a divulgação do Estatuto da Juventude. O texto também institui a Semana Nacional do Estatuto da Juventude, a ser celebrada na primeira semana de agosto de cada ano. O projeto segue agora para votação no plenário do Senado.

De acordo com a proposta, estados e municípios terão de divulgar o Estatuto da Juventude em órgãos e entidades oficiais que ofereçam atendimento especializado ao público de 15 a 29 anos de idade. O texto também prevê que os impressos oficiais com o texto integral ou com partes do estatuto, serão oferecidos a instituições de ensino e entidades de atendimento à juventude e de defesa de seus direitos.

Além disso, o projeto determina que as instituições de educação básica ou superior, públicas e privadas, devem apresentar o texto integral do Estatuto da Juventude em meios impressos ou eletrônicos, para que esteja à disposição da comunidade escolar, “na biblioteca ou em local visível e de fácil acesso”.

De acordo com a proposta, durante a Semana Nacional do Estatuto da Juventude devem ser desenvolvidas ações para ampliar o acesso ao conteúdo do estatuto e incentivar a reflexão sobre os direitos da juventude.

Para Luizianne, o Estatuto da Juventude (Lei nº 12852/13) é uma conquista muito grande para a luta das/os jovens brasileiros. “Quanto estávamos à frente da Prefeitura de Fortaleza também fizemos uma intensa campanha”, afirma a deputada, acrescentando que o Estatuto definiu marcos regulatórios importantes, como o faixa etária que deve ser considerada como juventude. “É um segmento social precisa de um olhar muito cuidadoso, específico, têm demandas concretas de políticas públicas para os/as jovens/as”.

A parlamentar explica ainda que o Estatuto prevê 11 direitos de forma muito clara, que passam pelas questões de segurança pública, cultura, educação, entre outros pontos. “Mas falta que seja divulgado. Muita gente desconhece as políticas voltadas para juventude como obrigação do Estado brasileiro, incluindo todos os entes federativos – federais, estaduais, municipais. Então, como as pessoas não têm conhecimento da lei, muitas vezes ela não é cumprida e não é exigida. Portanto, a importância do nosso PL que determina a realização da Semana do Estatuto da Juventude”, enfatiza.

Com informações da Agência Senado.