Luizianne debate sobre violência obstétrica

A deputada federal Luizianne Lins (PT/CE) presidiu esta tarde audiência pública que discutiu violência obstétrica, na Comissão Permanente Mista de Combate à Violência Contra a Mulher (CMCVM). A deputada é autora da proposição. O evento contou com a participação de especialistas ligados à saúde e aos direitos das mulheres.

De acordo com a deputada Luizianne, esse tipo de violência pode ocorrer com a negação de atendimento, com o atendimento de forma não humanizada, com o abuso de medicações, com o impedimento da escolha da forma e local de realização do parto e com a proibição de acompanhante, por exemplo. Todas essas atitudes, explicou a parlamentar, podem gerar diferentes reações na mulher, algumas delas semelhantes às relacionadas ao estupro, como rejeição ao corpo e temor de relações sexuais e de nova gravidez.

Para ela, o parto é um momento de extrema relevância para a mulher e, por isso, ela deve ter assistência qualificada desde o período pré-natal com uma equipe que garanta seus direitos, respeite sua autonomia e individualidade e a ajude a tornar essa jornada mais humana, eliminando a dor e o sacrifício que muitas vezes são considerados naturais do processo.

peça violencia obstetrica

Clique para assistir: https://goo.gl/bpXzaN

Leia também matérias das agências da Câmara e Senado: https://goo.gl/Q7WQ3D I https://goo.gl/yLELTahttps://goo.gl/muB7m6

(com informações da Agência Senado)

 

Aplicabilidade da Lei Lola é debatida na Câmara nesta terça

Lei Lola em BSBAudiência, solicitada pela deputada Luizianne, pretende apontar caminhos para garantir a aplicação da Lei, que protege as mulheres de ataques misóginos na web

A aplicabilidade da Lei Lola – nº 13.642/18 será debatida nesta terça-feira (12/6), a partir das 14h30, na Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher (CMulher) da Câmara dos Deputados. De autoria da deputada federal Luizianne Lins e sancionada em abril de 2018, a Lei Lola atribui à Polícia Federal o dever de investigar crimes de conteúdo de ódio contra as mulheres praticados na internet.

“Os números de mulheres que sofrem ataques dessa natureza são assustadores. Somente entre 2015 e 2017, foram contabilizados 127 suicídios por crimes na internet contra a honra”, afirma Luzianne, que é a 1ª vice-presidente da CMulher e propôs a realização do debate.

Estão convidados para a audiência: a autora do blog “Escreva Lola Escreva”, Lola Aronovi, que foi alvo de uma campanha cibernética difamatória e perseguição física e cujo caso inspirou Luizianne a desenvolver a lei; a coordenadora de Serviço de orientação para meninas e mulheres que sofreram violência na Internet, da ONG SaferNet Brasil, Juliana Cunha; a representante do Observatório do Direito a Comunicação Intervozes, Bia Barbosa, um representante da Polícia Federal; a consultora do Senado Federal, Cleide Lemos, e o procurador-regional da República da 1ª Região, Vladimir Barros Aras.

É possível participar da audiência, que será interativa. Os interessados poderão participar enviando perguntas, críticas e sugestões para o portal e-Democracia: https://goo.gl/x5oumr

Saiba mais sobre a Lei Lola: https://goo.gl/QnSDfG

Saiba mais sobre a atuação de Luizianne em defesa dos Direitos das Mulheres: https://goo.gl/hCdsDS

(Com informações da Agência Câmara Notícias)

Luizianne fala no Plenário sobre lançamento da candidatura de Lula

Luizianne Lula Livre por Gustavo Bezerra

crédito: Gustavo Bezerra

A deputada federal Luizianne Lins (PT/CE), em fala no Plenário da Câmara dos Deputados na tarde desta quinta-feira (7/6), defendeu a candidatura de Lula à Presidência da República. Segundo a deputada, os próprios brasileiros estão desconhecendo o Brasil, após o golpe cometido contra o governo de Dilma Rousseff e contra o povo brasileiro.

Em seu discurso, a deputada falou sobre sua trajetória no Partido dos Trabalhadores (PT) em paralelo à construção do nome do Lula como alternativa para se construir um Brasil mais justo. “Eu venho de uma geração que sonhou com um Brasil melhor e embalou esse sonho através de um momento singular na história recente da política brasileira, quando um sindicalista vindo do setor dos metalúrgicos do ABC paulista, sem nível superior, encarnou a esperança para milhões de brasileiros que sonharam que um dia esse País pudesse dar certo e que a gente conseguisse resolver esse grande fosso social que persiste cada vez mais, e está aumentando depois do golpe sofrido no nosso Brasil”, afirmou Luizianne.

“Amanhã o PT vai lançar, em Contagem (MG) – com a presença de intelectuais, movimentos sociais, artistas e filiados de Norte e a Sul desse País – a pré-candidatura à presidente do nosso companheiro Luis Inácio Lula da Silva. Esse momento vai ser muito importante pro povo brasileiro voltar a ter esperança nesse País. Pro Brasil ser feliz de novo, nós temos que viabilizar, primeiro, a libertação do Lula e, imediatamente, sair de onde ele nunca deveria ter ido – porque Lula é inocente – para o Palácio do Planalto presidir esse País”, destacou a petista.

Luizianne ressaltou ainda a importância da audiência realizada pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, no último dia 5, que ouviu o ex-advogado Tacla Durán sobre as denúncias a respeito de irregularidades na Operação Lava-Jato, quando ele denunciou a existência de fraude de documentos, comércio de delações, proteções, extorsões, tráfico de influência e seletividade.

E citou o apoio do povo brasileiro ao líder petista. “Lula é mais candidato do que nunca. Ele está mais animado do que nunca. O povo brasileiro está do seu lado mais do que nunca. Porque, em 89, o povo não votava no Lula porque o Lula era igualzinho a ele. Ele achava que não tinha capacidade de governar o país. Depois o povo passou a votar no Lula porque o Lula é igualzinho a eles e eles tinham sim capacidade de governar esse país. Trabalhadores rurais, mulheres, população LGBT, homens e mulheres do campo e da cidade e, em especial, os jovens, que voltaram a sonhar com um Brasil melhor”, frisou Luizianne.

Assista:  https://goo.gl/j9Y1V8