Especial Gestão Fortaleza Bela: Assistência Social e Defesa Civil

unnamed

Nesse post especial, você pode conferir números, obras e realizações da gestão Fortaleza Bela (2005-2012) nas áreas de assistência social e defesa civil.

Em 2007, a prefeitura de Fortaleza criou a Secretaria Municipal de Assistência Social (SEMAS). Até então, era a única capital sem essa secretaria. Com a criação a Semas, o município aderiu ao modelo de gestão plena do Sistema Único de Assistência Social (SUAS). Entre os projetos, políticas e ações da área, estavam a Proteção Social Básica (PSB), Proteção Social Especial (PSE), Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal, Bolsa Família, Centros de Referência de Assistência Social (Cras), Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) e o Centro de Referência Especializado de Assistência Social para a População em Situação de Rua (Creaspop).

A Proteção Social Básica (PSB) era realizada através de uma rede com 9 Unidades Sociais e 23 Centros de Referência da Assistência Social (CRAS). Em 2004, a prefeitura possuía 8 CRAS e atendia a quase 8 mil pessoas; em 2011, esse número saltou para 23 CRAS, mais 1 itinerante, e o atendimento triplicou para quase 24 mil pessoas.

Entre 2004 e 2011, o número de famílias cadastradas no Programa Bolsa Família (PBF), cresceu de 117.104 para 311.189, ou seja, um incremento de 165,74%. Deste universo total, muitas famílias passaram a ter direitos assegurados por sua condição socioeconômica. Assim, em 2004, tínhamos 75.210 famílias beneficiadas e, em 2011, esse número cresceu para 194.693 representando um incremento de 158,87%.

Pesquisa divulgada pelo IPEA em janeiro de 2012 atesta, que entre os anos de 2003-2009, a vulnerabilidade das famílias em Fortaleza reduziu em 15%.

Proteção Social Especial (PSE): 2 Centros de Referência Especializados da Assistência Social (CREAS); 1 Centro de Atendimento à População de Rua (CREASPOP), em 2007; além, de 2 espaços especialmente voltados para as mulheres: o Centro de Referência da Mulher Francisca Clotilde, em 2006, e a Casa Abrigo para Mulheres Vítimas de Violência, em 2007.

Redução das Áreas de Risco: houve redução das áreas de risco em 15,2% de 105 áreas para 89, entre 2004-2011.

Defesa Civil: órgão equipado e pronto para agir. Em janeiro 2011, os índices pluviométricos em Fortaleza foram maiores do que os das cidades de São Paulo e Rio de Janeiro juntas. Entretanto, com a prevenção nas áreas de risco decorrentes das ações realizadas pela Defesa Civil, mesmo diante de volumosas chuvas entre 2005 e 2012, nenhuma ocorrência fatal foi registrada.

Ampliação da Defesa Civil: em 2005, a prefeitura criou uma nova estrutura para a Defesa Civil com a contratação de profissionais, a aquisição de equipamentos e ampliação do estoque de materiais de emergência. A ampliação do efetivo saltou de 8 servidores, em 2004, para 126 em 2010, num incremento de 1.475%. Além de implantar em 11 áreas de risco Núcleos Comunitários de Defesa Civil (NUDECs), com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento de uma comunidade mais integrada, segura e participativa.

Comente e participe!

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s