Luizianne: turismo LGBT ajuda a combater a homofobia

Turismo LGBT

A Comissão de Turismo promoveu na tarde dessa quarta-feira uma audiência pública para discutir a importância do Turismo LGBT. A realização da audiência foi solicitada pelo mandato da deputada federal Luizianne Lins (PT-CE), através de requerimento à comissão, e contou com a participação de autoridades e especialistas no tema.

O objetivo, segundo Luizianne, era discutir o assunto não apenas em seu viés econômico – já que se trata de um setor com forte dinamismo financeiro -; mas também em sua perspectiva educativa, de promoção de direitos e de combate à homofobia. “Essa discussão do turismo LGBT traz muitos benefícios. Não só na economia, mas na sociedade como um todo. É um processo educativo, de aceitação, de respeito”, destacou. “Não apenas a questão de mais um nicho econômico, mas de educação para a diversidade sexual”. Continuar lendo

Dilma: “quem tem força moral e reputação ilibada para atacar minha honra?”

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A presidenta Dilma Rousseff afirmou, na noite de terça-feira (13/10), que não teme o golpismo, pois lutou a vida inteira pela liberdade. Durante a abertura do 12º Congresso da Central Única dos Trabalhadores (Concut), em São Paulo, ao lado dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Pepe Mujica (Uruguai), ela atacou a moralidade dos ‘sem moral’.

“Eu me insurjo contra o golpismo e suas ações conspiratórias e não temo seus defensores. Pergunto com toda a franqueza: quem tem força moral, reputação ilibada e biografia limpa suficientes para atacar a minha honra?”, questionou, em discurso. Continuar lendo

Representação pede cassação de Eduardo Cunha

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Participamos agora de ato político no Conselho de Ética que vai protocolar representação contra o presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Ele não tem, no momento, condição moral alguma de presidir a Câmara e muito menos de conduzir um processo de impeachment contra uma presidente que não tem nada pairando sobre si. O documento, do qual nosso mandato é signatário, pedirá a abertura de processo de cassação do mandato  de Cunha por quebra de decoro parlamentar. Investigações do Ministério Público Federal revelaram que o atual presidente da Câmara é beneficiário de contas secretas abertas da Suíça e que é processado naquele país por corrupção e lavagem de dinheiro. Na CPI da Petrobras, Cunha havia afirmado que não possuía tais contas. Por ter mentido a seus pares, quebrou o decoro parlamentar.

Diversas organizações se solidarizam com Stedile após insultos em Fortaleza

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Diversas categorias da classe trabalhadora escreveram uma nota em solidariedade ao João Pedro Stedile e ao MST, após o membro da coordenação nacional do MST ter sido insultado por um grupo de pessoas no aeroporto de Fortaleza, na noite desta terça-feira (22).

Confira: Continuar lendo

Frente faz mobilização nacional contra golpe e em defesa da Petrobras

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A Frente Brasil Popular realiza a sua primeira mobilização de massa no próximo dia 3 de outubro, data em que a Petrobras completa 62 anos. Nesta quinta-feira (17), entidades organizadoras se reúnem em São Paulo para definir o roteiro de atividades da mobilização que vai acontecer em todo o país.

“No momento político e econômico que o país tem vivido se torna urgente a necessidade do povo ocupar as ruas, avenidas e praças contra o retrocesso, por mais direitos e pelas reformas estruturais”, diz documento convocatório assinado por diversas entidades sindicais e do movimento social integrantes da frente.

O ato foi aprovado na plenária da Conferência Nacional de lançamento da Frente, que reuniu no último dia 5 de setembro mais de 2 mil lideranças dos movimentos social e sindical, parlamentares, representantes de partidos, intelectuais e artistas, em Belo Horizonte, e é uma contraofensiva à onda conservadora que tem manobrado em direção a um golpe contra a democracia e o mandato legítimo da presidenta Dilma Rousseff.

Para o presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Adílson Araújo, as manobras direitistas “são nítidas” e os derrotados nas urnas querem pautar o governo. “A sociedade brasileira precisa se manifestar e definir essa pauta”, enfatizou o sindicalista.

“Há um interesse por parte dessa onda conservadora de criar uma instabilidade política no país e inviabilizar o exercício do mandato da presidenta Dilma. E como se não bastasse a tensão golpista, há também uma movimentação que depõe contra a possibilidade do país retomar o desenvolvimento, por conta de uma agenda de austeridades. Nós precisamos ganhar as ruas, levantando a bandeira da democracia e radicalizando no sentido de evitar o retrocesso”, defendeu.

De acordo com os organizadores, essa ascensão do conservadorismo ameaça a soberania nacional, tendo como um dos principais alvos a Petrobras e, por consequência o pré-sal.

“Escolhemos essa data justamente por se tratar do aniversário de criação da Petrobras. É uma questão de soberania nacional”, destacou Liege Rocha, diretora da União Brasileira de Mulheres, salientando que também se trata de uma ameaça a integração latino-americana, pois “assim como o Brasil, a Venezuela, o Equador e a Argentina enfrentam as mesmas ameaças”.
Liege lembrou que essa ameaça já está materializada com o Projeto de Lei 131/2015, em tramitação no Congresso Nacional, que tenta reduzir a participação da Petrobras no regime de partilha do pré-sal.

A mobilização também quer apontar caminhos para enfrentar a crise econômica. Rosane Silva, da direção nacional da CUT, destacou que a pauta vitoriosa das urnas que garantiu a eleição da presidenta Dilma foi a de retomada do desenvolvimento e de investimentos sociais.

“Elegemos a presidenta Dilma para avançarmos em direitos sociais, na distribuição de renda, nos programas sociais como o Minha Casa Minha Vida, na reforma agrária, na educação. Estamos dispostos a ir pra rua sim, para defender nossos direitos, defender o modelo de desenvolvimento que distribua renda, eleve emprego e eleve o crédito da classe trabalhadora”, disse Rosane, salientando que a mobilização vai mostrar ao governo “que existe saída para essa crise econômica e não é com ajuste fiscal recaindo na classe trabalhadora, mas sim, com a taxação do grande capital”.

Fonte: PT na Câmara