Categoria pede a volta da Secretaria Municipal de Assistência Social

No último sábado, 6 de agosto, finalizamos o ciclo temático de seminários para a construção do nosso plano de governo participativo discutindo questões relacionados à Assistência Social.

Como nos demais encontros – em que abordamos problemáticas em torno da Saúde, Educação, Meio Ambiente, Cultura, Direitos Humanos e Participação Popular e políticas públicas voltadas para as Mulheres e para as Juventudes – recebemos propostas e reivindicações da categoria no que diz respeito às políticas públicas de Assistência Social na cidade de Fortaleza.

13913945_1095413210536532_6290412989415054885_oAté 2007, éramos a única capital que não contava com uma Secretaria Municipal de Assistência Social. Foi na gestão Fortaleza Bela em que a SEMAS foi criada e o município aderiu ao modelo de gestão plena do Sistema Único de Assistência Social (SUAS). Em nossos oito anos à frente da Prefeitura de Fortaleza, muito avançamos no sentido de garantir proteção social à população e assegurar direitos fundamentais para o exercício da cidadania.

Em 2004, a cidade possuía oito Centros de Referência da Assistência Social (CRAS) que promoviam a Proteção Social Básica(PSB) e atendiam a quase 8 mil pessoas; em 2011 eram 23 CRAS, mais um itinerante, e o atendimento triplicou para quase 24 mil pessoas. Também avançamos na Proteção Social Especial (PSE). Foram entregues dois Centros de Referência Especializados da Assistência Social (CREAS) e um Centro de Atendimento à População de Rua (CREASPOP) em 2007, além, de dois espaços especialmente voltados para as mulheres: o Centro de Referência da Mulher Francisca Clotilde e a Casa Abrigo para Mulheres Vítimas de Violência.

Ao assegurar o cadastramento no Programa Bolsa Família, entre 2004 e 2011, conseguimos um incremento de 158, 87% no número de famílias beneficiadas: em 2004, tínhamos 75.210 famílias beneficiadas e, em 2011, esse número cresceu para 194.693.

Em janeiro de 2012, uma pesquisa divulgada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), atestava que, entre os anos de 2003 e 2009, a vulnerabilidade das famílias em Fortaleza reduziu em 15%.

Em 2012, ao assumir a Prefeitura de Fortaleza, uma das primeiras medidas do atual gestor foi extinguir a pasta. O atual desmonte das políticas, segundo Zilderli Silva, “é avassalador”. Durante o seminário, a aluna do curso de Serviço Social da UECE pediu à pré-candidata Luizianne Lins, que, caso eleita prefeita novamente, “basta fazer o que já vinha sendo feito antes”.

Segundo a categoria, o momento em que vivemos é de desconstrução das políticas públicas criadas pela ex-prefeita Luizianne, em especial no campo da Assistência Social. A principal reivindicação da categoria é a volta da SEMAS.

Silvania Vieira integrava a secretaria e destaca a importância dos projetos desenvolvidos pela SEMAS. “Eu tenho orgulho de ter feito parte de uma gestão feita para as pessoas. “Nós fizemos um novo olhar para a cidade”, declara.

Em sua fala, Luizianne destacou a sensação de que este processo de vitórias, inclusive em âmbito nacional, foi interrompido a exemplo da crescente figura da primeira-dama em detrimento de políticas de Assistência Social de fato. Isso representa um “recuo e retorno do conservadorismo na política de assistência social no Brasil”.

A candidata ainda falou que é uma tarefa resgatar a compreensão do Serviço Social e “entender que a Assistência Social não é favor, é um direito, e ela não é uma dádiva, é política pública como Educação, Saúde e Cultura”.

Seminário vai discutir políticas de Assistência Social

Com a ideia de reunir novas propostas para o nosso plano de governo, ao longo das últimas semanas discutimos questões ligadas à Saúde, Educação, Meio Ambiente, Cultura, Direitos Humanos e Participação Popular e políticas públicas voltadas para as Mulheres e para as Juventudes. No próximo sábado, dia 6 de agosto, vamos dar continuidade aos Seminários de Elaboração do Programa de Governo Participativo. Desta vez, o debate é em torno da política de Assistência Social.

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Na gestão Fortaleza Bela, a cidade teve seus serviços e projetos expandidos graças aos esforços da Secretaria Municipal de Assistência Social (SEMAS), criada em 2007 pela então prefeita Luizianne Lins e extinta logo no início da atual gestão municipal. O debate é de grande importância para a concepção de uma administração preocupada em garantir proteção social à população em situação de vulnerabilidade, além de assegurar direitos fundamentais para o exercício da cidadania.

Com o apoio de profissionais e militantes da área, vamos discutir ações e propor ideias para compor nosso Plano de Governo de forma democrática e plural. O evento acontece na Fetrace (Rua Padre Mororó, 1055 – Centro) a partir das 14h e está de portas abertas a todos os interessados.

 

Seminário discute políticas de direitos humanos e participação popular

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No último sábado, 16, demos mais um passo na elaboração de um programa de governo democrático e participativo. Desta vez, estiveram em pauta Direitos Humanos e Participação Popular. Representantes de movimentos LGBT, de crianças e adolescentes, pessoas idosas, pessoas com deficiência e da população negra se reuniram para dialogar e trocar ideias e propostas que serão incorporadas ao plano de governo da pré-candidata Luizianne Lins. Continuar lendo

Direitos Humanos: promoção de dignidade e luta por respeito

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Detalhe do cartaz de divulgação da Semana de Direitos Humanos de 2010, assinado pelo artista plástico Carlus Campos: uma luta por mais respeito e dignidade

O maior dos compromissos era cuidar bem das pessoas. E foi integrando políticas de direitos e reforçando a luta por mais dignidade e respeito a cada cidadão que a gestão Fortaleza Bela atingiu uma de suas maiores obras a frente da Prefeitura de Fortaleza. Conquistamos grandes vitórias entre 2005 e 2011 na promoção de Direitos Humanos. Entre as mais significativas está a criação da Secretaria de Direitos Humanos (SDH), no ano de 2009. A pasta incorporou várias políticas de direitos, como diversidade sexual, igualdade étnica e direitos da criança e do adolescente. Este último ponto ganhou prioridade logo no início da gestão.

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Emendas de Luizianne são aprovadas na Comissão Mista de Orçamento

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A Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso Nacional aprovou nesta semana o texto-base do projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2017. As comissões de Cultura, Desenvolvimento Urbano e Defesa dos Direitos da Mulher tiveram acatadas, com alterações, emendas sugeridas pela deputada Luizianne Lins (PT/CE).

Na Comissão de Cultura a proposta de Luizianne, subscrita por outros membros, garantiu recursos para implantação, instalação e modernização de equipamentos culturais e preservação do patrimônio cultural brasileiro. “Com essas propostas, a Comissão fortaleceu as cidades que possuem patrimônio cultural, além de garantir a construção de equipamentos culturais e esportivos em praças públicas, destinados especialmente para a nossa juventude”, defendeu.

De autoria de Luizianne junto a outros deputados, uma das emendas da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, que garante investimento em ações de combate à violência contra mulher, também passou na CMO.

Já a Comissão de Desenvolvimento Urbano (CDU) teve acatada pelo relator emenda sugerida pela deputada para apoio à urbanização de assentamentos precários (favelas, loteamentos irregulares, áreas invadidas). A emenda apresentada à CMO foi resultado de uma fusão de propostas semelhantes.

A LDO agora passará por votação em plenário, em sessão conjunta da Câmara e do Senado.

Trâmite – As comissões temáticas da Câmara dos Deputados reuniram-se entre os dias 5 e 6 de julho para apreciação de emendas sugeridas por seus membros ao projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias. As propostas acatadas pelas parlamentares passaram a ser de titularidade da Comissão, que as apresentou à CMO para rejeição ou aprovação.

Saiba mais sobre orçamento: http://bit.ly/1Pv5sS1