Luizianne afirma que desafio imediato de sua gestão em Fortaleza será a Recuperação de Empregos

A deputada federal e candidata pelo PT à Prefeitura de Fortaleza, Luizianne Lins, defendeu à imprensa esta semana que o desafio prioritário para enfrentamento imediato em sua gestão será a Reconstrução da Economia e Recuperação de Empregos. “Este desafio é o principal a ser enfrentado por governos municipais e estaduais, diante da inércia do governo federal. Os impactos do Covid19 ainda serão sentidos em 2021 e, possivelmente 2022”, ressaltou.

Segundo ela, some-se a isso a desregulamentação do trabalho, a exclusão dos trabalhadores da previdência, o elevado desemprego e a redução dos gastos públicos, resultando em mais um desastre econômico do neoliberalismo.

Luizianne afirmou que o papel da Prefeitura de Fortaleza é desenvolver um Plano de Recuperação Econômica de Fortaleza, que contemple micro e pequenos empresários, com acesso ao crédito, e que recupere os empregos perdidos pela pandemia e pela incompetência federal, redirecionando os investimentos públicos para a geração de emprego e renda. E também o desenvolvimento de formas solidárias e cooperativas, com foco em rendas sociais, circulação de moedas sociais, transferência de renda e geração de oportunidades, a partir das vocações da cidade, como a economia da cultura, turismo, comércio e serviços.

Plenária defende que futura gestão Luizianne Lins retome o compromisso com as pessoas LGBTI

Pessoas ligadas ao movimento LGBTI+ apoiadores da candidata pelo PT à Prefeitura de Fortaleza, Luizianne Lins, realizaram plenária, no último dia 14/09, para construir propostas para o Programa de Governo Popular e Participativo. Nas exposições, foi relatado o desmonte da política LGBT em Fortaleza e sua transversalidade, desarticulando-se, assim, da rede integrada de proteção e promoção da população LGBT. Na gestão Luizianne, a rede contava com Assistência Social, Saúde, Educação e Direitos Humanos como as principais articuladoras da política) em Fortaleza.  

Os participantes da plenária denunciaram que a Coordenadoria de Políticas LGBT hoje se encontra isolada das demais políticas, portanto, há uma necessidade de retomada da inclusão das políticas LGBT na futura gestão Luizianne Lins. Também foi pontuado que, a partir de monitoramento da política LGBT realizada por organizações da sociedade civil, verificou-se que a atual gestão não teve nenhum gasto orçamentário com a política nos últimos anos. Também não realizou nenhuma ação cultural para população LGBT.

Houve ainda denúncia de que a violência contra as populações LGBT aumentou e o Ceará está entre os estados que mais mata LGBT no Brasil, principalmente pessoas TRANS. A maioria desses assassinatos ocorreu em Fortaleza este ano.

O direito à cidade para as LGBT está ameaçado, afirmaram, visto que, para elas não possui nenhuma medida de proteção no campo da segurança pública. Portanto há a demanda que Fortaleza retorne ao compromisso com as pautas LGTB, com a participação social e volte a ser uma cidade de gente feliz, com a solidariedade e respeito.

Trabalhadores da cultura encaminham propostas para o Programa de Governo Luizianne Lins

Trabalhadores da Cultura apoiadores da candidata pelo PT à Prefeitura de Fortaleza, Luizianne Lins, se reuniram no último dia 14/09 para debater a situação do segmento hoje na capital cearense e encaminhar propostas ao Programa de Governo Popular e Participativo. Os artistas representantes de várias linguagens da cultura debateram principalmente os seguintes pontos: 

1) Pós-pandemia e políticas de sustentação da cultura e artistas locais;

2) Plano emergencial para a cultura, que contemple renda e formação:

3) Prioridade matriz é trabalhar uma cultura de paz.

Ao todo, foram 25 propostas, que também incluem a promoção de editais de artes e cultura, formação dos trabalhadores, geração de emprego e renda, criação de escolas de gastronomia, moda, design.

Mulheres organizarão Comitê em apoio à candidatura de Luizianne à Prefeitura de Fortaleza

Mulheres apoiadoras da candidata pelo PT à Prefeitura de Fortaleza, Luizianne Lins, se reuniram mais uma vez, de forma virtual, para debater e encaminhar propostas para o Programa de Governo Popular e Participativo. As participantes fizeram um balanço das políticas públicas para as mulheres implementadas durante as duas gestões da prefeita Luizianne na capital cearense e também elaboraram um diagnóstico da situação das políticas para as mulheres hoje em Fortaleza.

O objetivo principal é definir estratégias de organização e apoio das mulheres à candidatura de Luizianne Lins. Um dos pontos chave levantados no debate é o esvaziamento das políticas para mulheres na atual gestão da Prefeitura.

Ao final, as mulheres deliberaram a organização de um Comitê de Mulheres em apoio a Luizianne Lins, prefeita de Fortaleza; e elaboração de documento com diagnóstico aprofundado da situação atual das políticas para as mulheres em Fortaleza.

Luizianne: Incompetência do desgoverno Bolsonaro provoca aumento de preço da cesta básica

A deputada federal Luizianne Lins, juntamente com parlamentares da Bancada do PT na Câmara, tem usado suas redes sociais para criticar a política agrícola do desgoverno Bolsonaro, que privilegia o agronegócio e exclui os pequenos agricultores, responsáveis por cerca de 70% dos alimentos que vão para a mesa dos brasileiros. Eles afirmam também que a incompetência governamental zerou os estoques reguladores e resultou no aumento exorbitante dos preços dos itens da cesta básica.

Luizianne salienta que sem renda e auxílio pela metade, aumento dos preços dos alimentos massacra brasileiros. “Em governos do PT, o Ministério da Agricultura comprava cereais na safra e vendia na entressafra, regulando preços. Nesse desgoverno, só incompetência”, enfatiza.

“A que ponto chegamos”, ressalta a deputada: “desgoverno Bolsonaro se exime de sua incompetência e irresponsabilidade, e culpa pessoas que usam auxílio para comprar comida pelo aumento dos preços da cesta básica”. Com os preços dos alimentos nas alturas (1 kg de arroz a 8 reais, recorde), estoques zerados e omissão do desgoverno, com a redução do auxílio emergencial e do salário mínimo, ela questiona: “como ter comida na mesa? Carestia e fome!”.

Luizianne destaca ainda que o maior produtor de arroz da América Latina continua vendendo o produto a preço justo. Seu nome? MST!