Luizianne faz homenagens a Lula pelo seu aniversário de 76 anos

A deputada federal Luizianne Lins (PT/CE) fez, no último dia 27/10, uma série de homenagens ao presidente Lula pelo seu aniversário de 76 anos. “Hoje, é aniversário do maior presidente que este país já teve. Além de muitas felicidades e um ano de muitas lutas e conquistas, o meu desejo é que, neste próximo ano, Lula vença no voto, democraticamente, as eleições presidenciais. E que o Brasil e o povo brasileiro tenham, de novo, justiça e igualdade social”, afirmou a parlamentar em suas redes sociais da Internet.

“Queremos desejar para esse homem, que se transformou no maior líder popular da história brasileira tudo de bom, energia, muita força, muita saúde e muita disposição para reconstruir nosso Brasil. Desejamos a Lula que ele seja o homem mais feliz do mundo, para que junto com ele possamos construir a felicidade novamente no Brasil”, disse ainda Luizianne.

Lula diz que Luizianne deve intensificar a discussão sobre sua candidatura ao Governo do Ceará

Foto: Ricardo Stuckert

Em encontro com a deputada Luizianne Lins, encerrado há pouco, em São Paulo, nesta segunda, 25/10, o ex-presidente Lula disse considerar importante a intensificação da discussão do nome da ex-prefeita de Fortaleza na disputa ao Palácio da Abolição. Presente no encontro, a presidenta nacional do PT, Gleisi Hoffmann, também concordou com a tese.

Partidário da tese da candidatura própria, o deputado federal José Airton Cirilo disse que, caso o nome de Luizianne esteja na disputa, fecha com a parlamentar o seu apoio.

Nos próximos dias, Luizianne irá conversar com a direção estadual do PT e, a partir daí, deverá iniciar uma série de conversas com lideranças locais para discutir o cenário 2022. “Não tem sentido palanque duplo, nossa prioridade é garantir a unidade para a eleição de Lula. A partir de agora, vamos iniciar as conversas dentro do partido e, posteriormente, com lideranças do Ceará”, comentou Luizianne.

O PT deverá tomar posição definitiva sobre a questão em janeiro de 2022.

Luizianne requer moção de solidariedade ao Papa Francisco, dom Orlando Brandes, CNBB, Via Campesina e ao MST

A deputada federal Luizianne Lins (PT/CE) apresentou à Presidência da Câmara o requerimento nº 2108/2021 de Moção de Solidariedade ao Papa Francisco, ao arcebispo de Aparecida (SP), dom Orlando Brandes. Também à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), à Via Campesina e ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) pelos ataques cometidos pelo deputado estadual bolsonarista Frederico D’ Ávila (PSL-SP).

O texto do requerimento destaca: “Os impropérios proferidos pelo deputado estadual Frederico D’Ávila (PSL-SP) contra o Papa Francisco, dom Orlando Brandes, à CNBB, Via Campesina e ao MST são inadmissíveis, inverossímeis e rebaixam o debate político de uma Casa Legislativa.  Ademais, houve desrespeito também ao chefe de Estado do Vaticano”.

No último dia 14/10, o referido deputado, na tribuna da Assembleia Legislativa de São Paulo, chamou os religiosos de “safados”, “vagabundos” e “pedófilos”, e estendeu as ofensas também a CNBB, Via Campesina e MST.

#NaLuizianneEuConfio: sempre ao lado das juventudes de Fortaleza

A deputada federal Luizianne Lins (PT/CE) começou a divulgar esta semana, em suas redes sociais da Internet, a série de vídeos #NaLuzianneEuConfio. O primeiro segmento ouvido pelo mandato da parlamentar é a juventude de Fortaleza. “O futuro do Brasil está nas mãos dos/as jovens, é por isso que eu apoio, ouço e ando lado a lado com a juventude. Vamos juntos/as mudar o Brasil que a gente quer”, assinala Luizianne.

Luizianne assina coautoria de requerimento de convocação do ministro da Justiça para explicar mortes de crianças yanomamis

A deputada federal Luizianne Lins (PT/CE) assinou coautoria do requerimento nº 127/2021, juntamente com deputadas/os do PT, PSOL, PSB, Rede e PDT, da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, solicitando que a Câmara convoque o ministro da Justiça e Segurança Pública, André Mendonça, para prestar esclarecimentos e apresentar explicações sobre a morte de crianças da etnia Yanomami, ocorridas na comunidade Macuxi Yano, na Terra indígena Yanomami, em Roraima. As vítimas foram sugadas por uma draga de garimpo ilegal localizada no rio Parima, que corta a comunidade.

O texto do requerimento informa que nota da Hutukara Associação Yanomami (HAY), no último dia 12/10, no município de Alto Alegre, relata que dois meninos, de 5 e 7 anos, brincavam no rio quando foram sugados pela draga. Tão logo tomou conhecimento do desaparecimento das crianças, a associação entrou em contato com o Conselho de Saúde Indígena Yanomami e Ye’kwana (Condisi-Y), que acionou a Fundação Nacional do Índio (Funai) e solicitou apoio ao Distrito Sanitário Especial Indígena Yanomami (Dsei-Y), mas ambos não se manifestaram.

O primeiro corpo, do menino de 5 anos, foi localizado na manhã do dia 14/10 pela comunidade. O segundo seguia desaparecido até a elaboração do requerimento, que destaca ainda que, somente na região do Parima, uma das mais afetadas pela atividade ilegal, foram identificados 118,96 hectares de floresta degradada, um aumento de 53% em relação a dezembro de 2020.

Além deste caso, outras duas crianças, de 1 e 5 anos, morreram afogadas após caírem no rio enquanto fugiam dos disparos de garimpeiros armados, que invadiram a comunidade Yakepraopë, em maio último, na região do Palimiu, também em Roraima. Pelo menos quatro das 15 comunidades indígenas que compõem a região, na Terra Indígena Yanomami, foram atacadas por garimpeiros ilegais nos últimos meses: Yakepraopë, Maikohipi, Korekorema e Tipolei.

“A situação está crítica para as comunidades da Terra Indígena Yanonami desde o último dia 27 de abril, quando indígenas interceptaram uma carga de quase 1 mil litros de combustível para aeronaves do garimpo, que desciam o Rio Uriracoera, principal via de acesso aos garimpos ilegais da região. Desde o episódio, os invasores perseguem, agridem, ameaçam e atacam com balas e bombas de gás lacrimogêneo os povos originários do Palimiu”, assinala o requerimento.

Desta forma, complementam os/as deputados/os, é fundamental que o ministro da Justiça e Segurança Pública vá à Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, que é responsável pelo acompanhamento de toda a política para os povos indígenas, prestar explicações e esclarecimentos sobre a insegurança a que está submetida aquela população, bem como o porquê da existência de tantos garimpos ilegais operando na região sem a coerção do Estado.