Deputada Luizianne manifesta total apoio ao sistema eletrônico de votação

A deputada federal Luizianne Lins (PT/CE) tem manifestado apoio total ao sistema de eletrônico de votação do Brasil e repudiado as tentativas de Jair Bolsonaro e seus apoiadores de retorno ao voto impresso, que eles chamam de “voto auditável”. Os votos da urna eletrônica também são auditáveis. Nesta quinta-feira, 05/07, eles sofreram uma grande derrota, quando a Comissão Especial da Câmara rejeitou a proposta bolsonarista. “Derrubada tentativa de golpe de Bolsonaro!”, comemorou a parlamentar.

Em suas redes sociais da Internet, Luizianne tem enfatizado a segurança do sistema eletrônico de votação. “A urna eletrônica é auditável e segura, 25 anos sem fraude. Não acreditem em fale news bolsonaristas. A urna eletrônica não é ligada a nenhum dispositivo da Internet. O Brasil é reconhecido por ter um dos sistemas eletrônicos mais seguros do mundo”, ressaltou.

Luizianne denuncia desmonte da cultura nacional promovido por Bolsonaro

A deputada federal Luizianne Lins (PT/CE) tem denunciado o desmonte em curso, promovido pelo desgoverno Bolsonaro, nas políticas públicas federais de cultura. A parlamentar lamentou o incêndio que, no último dia 29/07, destruiu grande parte do acervo da Cinemateca de São Paulo. Funcionários já vinham alertando há meses sobre a situação precária da instituição. A Cinemateca, que é controlada pelo governo federal, não tem tido investimentos no setor de preservação. “Mais um crime do Bolsonaro. Crime contra a cultura nacional”, afirmou a deputada.

Luizianne também denunciou a mais nova estratégia de Bolsonaro para prosseguir com o desmonte da cultura nacional: o decreto nº 70.755/21. A medida estabelece um parâmetro inconstitucional que dá ao secretário especial de Cultura, Mário Frias, o poder de decidir sobre recursos e temas que podem ser tratados pelos projetos culturais financiados pelo Pronac (Programa Nacional de Incentivo à Cultura), privando organizações e artistas da liberdade de expressão. 

“Bolsonaro quer censurar e controlar produções culturais no Brasil dando superpoderes ao secretário Mário Frias. Resistiremos!”, enfatizou a parlamentar.

Deputada Luizianne destaca importância do retorno das atividades da CPI do Genocídio

A deputada federal Luizianne Lins (PT/CE) destacou a importância do retorno, no último dia 03/08, das atividades da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Genocídio, também chamada de CPI da Covid. Em suas redes sociais na Internet, a parlamentar vem mostrando a política desastrosa e corrupta empreendida por Jair Bolsonaro e o Ministério da Saúde no enfrentamento da pandemia do coronavírus. São cada vez mais graves as denúncias e comprovações de pedidos de propina na compra de vacinas para a covid-19 pelo Ministério, atitudes que poderiam, inclusive, ser do conhecimento do presidente da República.

Um dos mais recentes depoimentos ouvidos pelos senadores membros da CPI foi o do reverendo Amilton Gomes de Paula. Ele é apontado pelo policial militar Luiz Paulo Dominghetti como intermediador de uma oferta suspeita e possivelmente superfaturada de 400 milhões de doses de vacinas de Oxford/AstraZeneca ao Ministério da Saúde. Em meio a choros, o pastor admitiu a tentativa de intermediação. Amilton é apontado como pessoa próxima ao presidente da República.

Em suas redes sociais da Internet, Luizianne questionou a rapidez com que o Ministério da Saúde respondeu a tentativa do reverendo para negociação de vacinas, ao contrário das dezenas de tentativas de empresas como a Pifzer. “Pfizer: 101 e-mails ignorados pelo Ministério da Saúde. Reverendo Amilton Gomes de Paula: e-mail enviado às 12h39 e reunião no Ministério às 16h30 para negociação de vacina superfaturada”.

Deputada Luizianne celebra Dia Internacional da Mulher Negra, Latina e Caribenha

A deputada federal Luizianne Lins (PT/CE) assinalou, no último dia 25/07, a importância do Dia Internacional da Mulher Negra, Latina e Caribenha. A data também celebra o Dia de Tereza de Benguela. “É trazendo a memória de Tereza de Benguela que celebramos o Dia da Mulher Negra Latina e Caribenha. Força na luta!”, afirmou a parlamentar em suas redes sociais da Internet.

“Rainha Tereza” viveu no século XVIII, no Vale do Guaporé, Mato Grosso. Ela liderou o Quilombo de Quariterê após a morte por soldados de seu companheiro, José Piolho. O quilombo resistiu da década de 1730 ao fim do século. Tereza foi morta após ser capturada por soldados em 1770. Sua liderança se destacou com a criação de uma espécie de Parlamento e de um sistema de defesa.

“Saudamos todas as mulheres negras que lutam pelo fim do racismo, da violência, da exploração e de todas as desigualdades. Viva Tereza de Benguela!”, destacou Luizianne.

“Não nos aquietaremos até que todas sejamos livres”, afirma Luizianne sobre violência contra a mulher

Tendo em vista o caso das agressões sofridas, em Fortaleza, por Pamella Soares por parte o ex-companheiro, Iverson Araújo (DJ Ivis), em vídeo que viralizou na Internet, a deputada Luizianne Lins (PT) gravou vídeo enfatizando a gravidade dos casos de violência doméstica de gênero no Brasil e sobre os atuação da bancada feminina na Câmara em relação à temática. Luizianne também deu entrevista à TV Diário, em Fortaleza, sobre o assunto.

“Essa é uma pauta muito cara pra nós, somos 25 mulheres sofrendo violência doméstica por minuto; 1 a cada 4 mulheres já sofreu algum tipo de violência, no Brasil. As relações de poder e desigualdades de gênero são fortemente marcadas pelo machismo que herdamos do patriarcado e nos traz feridas profundas”, assinalou a deputada.

Segundo ela, no Congresso Nacional, a bancada feminina tem se debruçado de forma mais efetiva sobre o tema, “mas ainda somos poucas inteiramente alinhadas às pautas feministas”. “Temos conseguido espaços institucionais importantes, como a Comissão da Mulher na Câmara, Secretaria da Mulher, Procuradorias na Câmara e no Senado, e a Comissão Parlamentar Mista de Combate à Violência contra a Mulher, da qual sou relatora desde sua criação, em 2015”.

Luizianne destacou algumas vitórias no Parlamento, como a Lei Lola, de sua autoria, que determina que os crimes de misoginia cometido contra mulheres nas redes sejam investigados pela Polícia Federal. “A internet, infelizmente, passou a ser um espaço de violência também”, afirmou, complementando que, durante a pandemia, também foi aprovado um projeto de várias parlamentares com ações de atendimento às mulheres vítimas de violência.

“Precisamos defender a Lei Maria da Penha, resgatar as políticas públicas desmontadas no atual governo, reestruturar as redes de atendimento às mulheres e enfrentamento à violência. Acolher e proteger as mulheres, trabalhar a educação e transformação cultural de nossos valores e respeito na sociedade, punir os agressores e eliminar o machismo!”, salientou.

A deputada manifestou ainda total solidariedade a Pamella: “Não nos aquietaremos até que todas sejamos livres!”