Gestão Fortaleza Bela: saúde com mais atenção e respeito

Saúde 1

Quando assumiu a prefeitura de Fortaleza, em 2005, a ex-prefeita Luizianne Lins adotou um modelo de atenção integral à saúde como princípio orientador da política municipal para a área. Com isso, todos os esforços da gestão, das ações preventivas aos serviços de alta complexidade, foram mobilizados para humanizar o atendimento da saúde no Município. Concretamente, isso significou melhor acolhimento das pessoas, redução das filas de espera, ampliação do horário de atendimento, aumento do número de profissionais da área, acesso gratuito a medicamentos básicos, oferecimento de serviços de saúde preventiva para as famílias e investimentos em estruturas hospitalares para procedimentos de alta complexidade, como a reforma do IJF e a construção do Hospital da Mulher.

Eram tempos que certamente apresentavam dificuldades, dada a complexidade e o gigantismo da rede municipal de saúde. Entretanto, eram tempos em que o programa de saúde da família funcionava; os CAPS atendiam efetivamente a população; não se viam pacientes atendidos no chão do IJF; não havia postos sem remédios ou médicos; e em que hospitais não eram fechados, entre tantas outros absurdos e desconstruções que o  povo fortalezense se acostumou a ver nos últimos três anos.

Confira, abaixo, alguns dados que ajudam a compreender a grandiosidade de investimentos, projetos e ações desenvolvidos na área da saúde, entre 2005 e 2012.

Mais recursos do Tesouro Municipal para a Saúde: Elevação dos recursos para a saúde oriundos do Tesouro Municipal superando o percentual constitucional obrigatório de 15% mantendo uma média anual superior a 23% desde 2006.

Gastos em valores nominais: entre 1999 e 2004, foi de apenas R$ 358,5 milhões, ao passo que no período entre 2005 e 2010 foi de R$ 832,5 milhões.

Ampliação da Capacidade de Atendimento: Entre 2005 e 2011, foram incorporados/implantados 27 novos estabelecimentos, sendo 7 da administração estadual e 20 da municipal, isto é, a gestão da ex-prefeita Luizianne Lins (2005-2012) foi responsável por 74,07% desta ampliação.

Rede Própria: 124 estabelecimentos, dentre os quais se destacam 93 postos de saúde; 14 centros de atenção psicossocial; 2 clínicas/ambulatórios especializados; 1 policlínica; 7 hospitais para atendimento de média complexidade; 1 hospital para atendimento de alta complexidade; 6 unidades de vigilância em saúde, dentre outros equipamentos.

Saúde 2

Hospital da Mulher: trata-se do segundo hospital para atendimento de alta complexidade construído em Fortaleza após décadas, com aproximadamente 27 mil metros quadrados equipados, com consultórios, laboratórios, enfermaria, 8 centros cirúrgicos, 184 leito e uma UTI neonatal. Trata-se de uma estrutura humanizada, equiparada aos melhores hospitais de referência em saúde da mulher no Brasil.

Ações priorizadas nos hospitais: 3 hospitais de média complexidade reformados (Frotinha da Parangaba, Gonzaguinha da Barra do Ceará e Nossa Senhora da Conceição, no Conjunto Ceará); 56 novas unidades de coleta de exame de HIV/AIDS, sífilis e hepatite foram implantadas nas 6 Regionais; 50% da área física do setor de emergência do Hospital Instituto Dr. José Frota (IJF) foi reformada e ampliada; 3 salas de cirurgias e novos leitos de isolamento de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do IJF foram criados; e ampla reforma no centro de queimados.

Criação de Leitos Hospitalares: Aumento expressivo dos principais tipos de leitos, sendo 57 ambulatoriais, 136 complementares (UTI e Unidade Intermediária) e 54 de urgência na rede do SUS, além de 76 leitos ambulatoriais, complementares (UTI e Unidade Intermediária), oferta direta de leitos dos estabelecimentos públicos municipais totalizando 323 novos leitos hospitalares.

Compra de equipamentos modernos e sofisticados: equipamentos odontológicos para 164 consultórios implantados, 23 aparelhos de raios-X, 42 equipamentos de ultrassom de diversos tipos, 11 mamógrafos e 3 tomógrafos.

Extensão dos horários de atendimento: 36 postos de saúde passaram a funcionar em horário noturno (até as 21 horas) e 11 unidades a funcionar nos finais de semana.

Desprivatização do 6º andar do IJF: No primeiro ano da gestão, os 34 leitos do IJF reservados em gestões anteriores para planos privados de saúde e passaram a atender pelo SUS.

Melhoria Salarial, Contratação e Capacitação de Recursos Humanos: desde 2005, a gestão concursou/selecionou 6.291 profissionais de saúde (719 médicos; 464 enfermeiros; 280 dentistas; 46 outros de nível superior; 406 de nível médio; 1.675 agentes sanitaristas e 2.701 agentes comunitários de saúde) e implantou Planos de Cargos, Carreiras e Salários para todos os servidores da saúde. Merece destaque a contratação de 280 novos dentistas, que compõem as equipe de saúde bucal do município credenciando-o a obter recursos federais do Programa Brasil Sorridente.

A cobertura do PSF em cidades com mais 1,5 milhão de habitantes: BH (75%); Recife (56%); Fortaleza (36%); Curitiba (34%); São Paulo (31%); Rio de Janeiro (30%); Manaus (28%) e Salvador (16%). (Fonte: Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde do Ministério da Saúde – junho de 2012).

Atendimento: como consequência do aumento dos investimentos na política de saúde, houve elevação nos atendimentos da rede municipal. O aumento foi de 156,72% nas consultas para crianças com até 4 anos; 251,90% nos atendimentos para as pessoas acima de 50 anos; 283,73% no atendimento pueril e pré-natal; 319,82% no atendimento de diabetes; 239,64% no atendimento de hipertensão arterial; 281,87% no atendimento de DST/AIDS; e 430,49% em atendimento de tuberculose.

Queda da mortalidade infantil: o coeficiente entre os óbitos de menores de 1 ano de idade por mil nascidos vivos em Fortaleza caiu de 21,2 para 12,0 entre 2004 e 2010. Outro número expressivo foi a queda, em 50%, da mortalidade materna. Além disso, a fila para os exames de mamografia foi zerada.

Serviço de saúde bucal: O número de famílias cadastradas nos serviços da saúde bucal saltou de 822 para 166.932. A saúde bucal está vinculada ao PSF, trabalha com agendamento, atendimento especializado, três Centros de Especialidades Odontológicas (CEO) e, ainda, com prevenção nas escolas da rede municipal.

Saúde Mental: estruturação dos Centros de Atendimento Psicossocial (CAPS), ofertando um tratamento humanizado, onde equipes multiprofissionais oferecem diversas atividades terapêuticas. Em 2004 existiam 3 CAPs; em 2012, eram 14, incluindo CAPs para tratamento de álcool e droga. Ao todo, eram cerca de 15 mil atendimentos por mês.

Cirurgias: os hospitais públicos municipais eram os principais responsáveis pelos procedimentos cirúrgicos em hospitais de média complexidade. Em 2011, a rede pública municipal de Fortaleza foi responsável por mais de 57% dos procedimentos cirúrgicos em hospitais de média complexidade. Ao todo, eram cerca de 17 mil cirurgias por ano nos hospitais municipais.

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