Para Luzianne, é muito preocupante redução de serviços no Hospital da Mulher

WhatsApp Image 2020-03-05 at 15.04.19A deputada federal Luizianne Lins está acompanhando atentamente denúncia sobre mais uma ação de desmonte das políticas para as mulheres em Fortaleza. Serviços ambulatoriais de seis especialidades do Hospital da Mulher deixarão de ser realizados no equipamento: dermatologia, endocrinologia, ginecologia, gastroenterologia, urologia e infectologia. Segundo o diretor do Hospital da Mulher, os serviços serão transferidos para a policlínica de Fortaleza.

Para Luizianne, a medida faz parte de um projeto de desmonte do Hospital da Mulher que vem sendo promovido pela atual gestão da Prefeitura. “Não podemos aceitar que um equipamento paradigmático e de extrema importância paras as mulheres de Fortaleza não receba os devidos investimentos e tenha, por sua vez, seus serviços reduzidos. A Prefeitura de Fortaleza precisa rever suas prioridades”.

08 de março: “Não aceitaremos perder direitos sem muita luta”

WhatsApp Image 2020-03-08 at 17.57.24 (2)A deputada federal Luizianne Lins faz um chamado urgente às mulheres de todo o Brasil e, em especial, do Ceará. Neste 08 de março de 2020, as mulheres mostraram sua força e ocuparam as ruas de todo o país em um grande ato contra o fascismo, o machismo, o racismo e a LGBTfobia. Um grande ato para mostrar ao mundo que a luta feminista contra o (des)governo Bolsonaro está firme e forte. Em Fortaleza, a manifestação aconteceu no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, Praia de Iracema, com uma caminhada.

Vamos amplificar nossas vozes e dizer pra esse governo antidemocrático que não aceitaremos perder direitos sem muita luta. Em defesa da democracia e da classe trabalhadora, pelo fim da violência contra a mulher”, afirma Luizianne.

Luizianne destina R$ 15,4 milhões para saúde do Ceará

Em 2019, a deputada federal Luizianne Lins aprovou e destinou recursos de emendas para a saúde de 15 municípios do Ceará e também para o Governo do Estado. Um total de R$ 15,4 milhões já foram pagos às cidades de Pacatuba, Caucaia, São Gonçalo do Amarante, Itapajé, Pindoretama, Beberibe, Eusébio, Guaraciaba do Norte, Marco, Jaguaruana, Jaguaribe, Barreira e Amontada. Somente para o Governo do Estado foram R$ 3,15 milhões.

Estamos fazendo a nossa parte pela saúde pública do Ceará!

CPMI FAKE NEWS: Cada vez mais próximos da verdade!

luizianne_cpmiA CPMI das Fake News ouviu Lindolfo Alves, sócio da Yacows, empresa que fez disparos em massa durante a campanha presidencial de 2018. Durante o depoimento, o empresário entrou em contradição diversas vezes. Afirmou desconhecer o conteúdo das mensagens enviadas e, por fim, recusou-se a autorizar a quebra de sigilo telefônico e bancário.

A deputada federal Luizianne Lins (PT/CE) apresentou à testemunha uma imagem feita em seu escritório, que prova ter havido disparo em massa de conteúdo negativo contra o candidato a presidente Fernando Haddad (PT). Mesmo com todas as evidências, Alves insistiu em dizer que desconhecia o conteúdo da mensagem.

O ponto alto do depoimento aconteceu quando Luizianne citou a empresa AM4, responsável pela campanha do atual presidente da República. Na ocasião, Lindolfo Alves confirmou a prestação de serviço à empresa.

“Para nós, que perseguimos a verdade sobre os disparos em massa, o depoimento do empresário trouxe detalhes importante da operação. Estamos perto de desmascarar uma quadrilha que agiu de forma ilegal e afrontosa à democracia brasileira”, assinala a deputada.

CPMI FAKE NEWS: Luizianne denuncia depoente por falso testemunho

Em depoimento concedido no último dia 11/02, Hans River do Nascimento, ex-funcionário de empresa de disparo em massa, mentiu à CPMI das Fake News e fez ofensas misóginas a uma jornalista. Após o episódio, Luizianne, junto com outros parlamentares de oposição, entrou com um pedido de representação no Ministério Público Federal (MPF) para apuração dos fatos. Falso testemunho é crime!

No dia 12/02, por requerimento da deputada, a CPMI ouviu representantes das operadoras telefônicas Oi, TIM, Vivo e Claro sobre disparos em massa nas eleições de 2018.