Luizianne destaca suas propostas prioritárias para a saúde de Fortaleza

Em entrevista ao jornal O Otimista, de Fortaleza, a deputada federal Luizianne Lins, candidata pelo PT enfatizou suas principais propostas para a saúde da cidade, já incluídas em seu Programa de Governo Popular e Participativo.

Quais são as principais propostas para a saúde no seu Plano de Governo?

Colocar os postos de saúde para funcionar, humanizar o atendimento, resgatar a saúde preventiva através do Programa de Saúde da Família, ressignificar o Hospital da Mulher, equipar UPAS e hospitais, e realizar concurso público.

Como viabilizá-las diante de um contexto de queda de arrecadação de recursos?

É preciso reorganizar a gestão municipal, no sentido de otimizar os recursos públicos, com foco na resolutividade e respeito à população. As ações precisam ser racionalmente compartilhadas com outros níveis de governo. Consórcios públicos devem ser estimulados. A saúde será, assim como foi quando fomos prefeita, nossa grande prioridade, especialmente em tempos de pandemia. A grande obra nessa área é cuidar das pessoas.

O que a pandemia fez você refletir sobre as demandas para a saúde?

Que o Sistema Único de Saúde (SUS) é fundamental para o Brasil e para o município de Fortaleza. Que dependemos da ciência, tão desprezada pelos neoliberais. Que a pandemia gerará uma demanda reprimida no futuro e devemos estar atentos a isso. E que mais de 70% da população da cidade depende do SUS. Portanto, defender o SUS é defender a vida.

De alguma forma, a pandemia impactou na elaboração do Plano de Governo?

Totalmente. A reconstrução da economia e a recuperação dos empregos perdidos na pandemia são tarefas cruciais dos municípios e estados, diante da inércia da União. Os impactos da Covid19 serão sentidos ainda em 2021 e, possivelmente, em 2022. Precisamos de um plano de recuperação econômica para Fortaleza que contemple micros e pequenos empresários, facilite o crédito, redirecione os investimentos públicos, estimule a cooperação e gere renda e emprego a partir da vocação da cidade para o turismo, economia da cultura, serviços e comércio. A proteção social e prioridade à população mais pobre daria sentido à recuperação econômica, na medida em que reduziria a extrema pobreza e a vulnerabilidade das famílias mais carentes.

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