Luizianne denuncia descaso de Bolsonaro nos investimentos para combater a pandemia

foto_lora6A deputada federal Luizianne Lins denunciou esta semana que incompetência e descaso com o povo brasileiro explicam o fato de que o Ministério da Saúde só tenha gastado até agora, desde março, apenas 29% da verba emergencial prevista para combater o coronavírus. “Não somos nós que estamos dizendo, é o próprio Tribunal de Contas da União (TCU)”, afirma.

Dos R$ 38,9 bilhões prometidos por meio de uma ação orçamentária específica (o chamado “Orçamento de Guerra”), mês em que a OMS anunciou a existência da pandemia, apenas R$ 11,4 bilhões saíram dos cofres federais até 25 de junho. Lembrando que hoje o Brasil contabiliza quase 90 mil mortes pela covid19 e mais de 2 milhões de infectados.

Esse dinheiro, que é do povo, assinala a deputada, teria que ser usado para fortalecer o atendimento ambulatorial e hospitalar nos estados e municípios. No caso dos gastos do próprio Ministério da Saúde (sem contar transferências para estados e municípios), apenas 11,4% foram executados. É revoltante.

“Mas sabe-se que isso reflete a negropolítica adotada pelo antimessias Bolsonaro desde o começo da pandemia. Ele segue criticando medidas de isolamento social tomadas por prefeitos e governadores” enfatiza Luizianne. Dois ministros (Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich) deixaram o comando da pasta por causa de discordâncias com Bolsonaro. Desde maio, o cargo é ocupado interinamente pelo general Eduardo Pazuello, militar especialista em logística e sem experiência na área de saúde.

Então, por causa do ritmo na aplicação dos recursos, o MPF abriu inquérito para apurar possível insuficiência e lentidão da execução orçamentária do ministério, além de omissão no socorro financeiro aos estados e municípios.

“Isso configura mais um crime de responsabilidade Bolsonaro enquanto presidente da República e esperamos que sua saída do cargo não demore mais, sob pena dessa tragédia se agravar ainda mais. Fora Bolsonaro, Fora Mourão, novas eleições já!”, assinala a deputada.

“Bolsonaro usa o ódio, a mentira e a ameaça como método”

DCM
A deputada Luizianne Lins (PT/CE) concedeu, na última quarta (22/7), entrevista aos jornalistas Mauro Donato e Marília Beznos, do canal DCM.

A deputada defendeu a cassação da chapa do despresidente Jair Bolsonaro pelas evidências de existência de uma rede de fake news à época das eleições presidenciais. “Bolsonaro usa o ódio, a mentira e a ameaça como método. Vivemos hoje algo muito diferente do que a gente vinha construindo com os governos do PT, em que existia um Brasil muito mais adequado às humanidades e às delicadezas”, disse Luizianne.

Confira a entrevista completa: https://bit.ly/3jAaEM3

Luizianne se solidariza às famílias das vítimas da Covid-19 e critica política genocida do governo brasileiro

No plenário virtual da Câmara, a deputada Luizianne Lins (PT/CE) lamentou, na terça-feira (21/7), os mais de 80 mil mortos devido à política genocida do desgoverno brasileiro. A deputada manifestou solidariedade às famílias das vítimas e reforçou o movimento Fora Bolsonaro como saída para a crise sanitária e política no Brasil.

Luizianne defende novo Fundeb no Plenário Virtual

A última semana foi de vigília no Plenário da Câmara para aprovação do novo Fundeb. Luizianne Lins (PT/CE) defendeu a importância de votar o texto sem modificação e pediu sensibilização e  mobilização dos parlamentares.
Principal fonte de financiamento da educação básica brasileira, o Fundeb vence em dezembro. A aprovação da lei  garante a continuidade desses recursos. “Depois de muito debate, a câmara aprovou o novo Fundeb, para melhorar a qualidade do ensino público e torná-lo uma fonte permanente de financiamento da educação básica”, disse a deputada.

fundeb0fundeb1fundeb2fundeb3fundeb4fundeb5

Petistas comemoram a aprovação da Lei Assis Carvalho de apoio à agricultura familiar

Parlamentares da Bancada do PT na Câmara comemoraram a aprovação, nessa segunda-feira (20), do projeto de lei (PL 735/20) que apoia medidas emergenciais à agricultura familiar. De iniciativa dos deputados Paulo Pimenta (PT-RS), e do líder Enio Verri (PT-PR), juntamente com a Bancada do PT, o texto agrega 26 projetos criando um abono emergencial aos agricultores familiares enquanto durar a pandemia da Covid-19. O documento foi construído em parceria com os movimentos do campo e do Núcleo Agrário. A matéria aprovada foi batizada de Lei Assis Carvalho, em homenagem ao deputado Assis (PT-PI), que faleceu no dia 5 de julho.

O deputado João Daniel (PT-SE), coordenador do Núcleo Agrário da Bancada do PT na Câmara, ressaltou a importância desse projeto e a justa homenagem ao deputado Assis Carvalho, “que representou para o Brasil e para a Câmara federal a mais alta dignidade”, destacou. “Este projeto não é um projeto qualquer, ele se preocupa com a vida e precisamos garantir uma boa alimentação para o povo brasileiro”. João Daniel acrescentou que quem produz mais de 70% dos alimentos para o povo brasileiro é a agricultura familiar. “E esta produção está nas áreas de reforma agrária, nas áreas camponesas, quilombolas, indígenas, fundo de pastos, áreas de posseiros, áreas onde o povo, verdadeiramente, produz alimentos”, disse, ao agradecer a cada parlamentar do Núcleo Agrário, a cada deputado e deputada que foi autor ou coautor dos projetos apensados ao PL 735.

O deputado Zé Carlos (PT-MA) comemorou a aprovação e afirmou que se o campo não planta, a cidade não janta. “É primordial para que as famílias de baixa renda do campo possam investir no aumento e na diversificação de produções de alimentos. Investimento no setor da agricultura familiar é crucial neste momento de crise, pois devemos frisar que, se a produção da agricultura familiar decrescer, faltará alimentos nas mesas de milhares de famílias brasileiras”, explicou.

Para o deputado Padre João (PT-MG) a aprovação veio de encontro aos anseios e necessidades do povo brasileiro. “Os trabalhadores e trabalhadoras do campo precisam deste apoio para garantir-lhes mais dignidade para passar este momento de incertezas e de grande sofrimento, ocasionados pela pandemia do coronavírus”.

O deputado Valmir Assunção (PT-BA) quer que o Senado vote o mais rápido possível o PL aprovado na Câmara, e explica que agora existe uma legislação que garante auxílio emergencial para os agricultores que ainda não tinham sido beneficiados durante a pandemia. “Temos fomento para a produção e para as cisternas. As mulheres agricultoras, de forma inédita, possuem atenção especial tanto no auxílio, quanto no fomento”, detalhou. O parlamentar disse que o nome Lei Assis Carvalho foi batizado em comum acordo, “uma homenagem ao nosso companheiro deputado petista e piauiense, um grande lutador da agricultura familiar que recentemente nos deixou”.

O deputado Zé Neto (PT-BA) celebrou a aprovação do PL e parabenizou a todos que fizeram parte do processo para que fosse aprovado por unanimidade. “Este caminho é um caminho a ser trilhado, que seja um passo importante neste momento de pandemia, mas que possamos avançar de forma mais decisiva para que o campo volte a respirar e a construir um caminho para aqueles que são responsáveis por 70% do alimento que chega às mesas dos brasileiros”.

Excluídos por Bolsonaro

Para o deputado José Ricardo (PT-AM), a aprovação desse PL é importante porque faz justiça aos trabalhadores rurais excluídos da política emergencial do governo Bolsonaro e garante alimentação na mesa dos brasileiros. “Garantir renda mínima e condições de trabalho aos agricultores familiares, não é somente garantir alimentação de qualidade aos brasileiros, mas também é reparar uma injustiça cometida contra esses trabalhadores, por parte do presidente. O governo federal deveria incentivar e fortalecer esse segmento tão importante para nossas vidas, pois são eles que produzem o alimento de cada dia do povo brasileiro. Espero que o presidente reconheça o erro que cometeu”, destacou o parlamentar ao lembrar que agora o PL tramitará no Senado, antes de ir à sanção do presidente.

“É uma vitória do povo, com apoio dos deputados do PT na Câmara, agricultores e movimentos populares se juntaram em todo País para suprir a falta do desgoverno Bolsonaro na hora que mais são necessárias políticas de fomento à produção camponesa. É tarefa do Estado amenizar os efeitos provocados pela pandemia, prestando auxílio aos agricultores familiares. Nossa soberania depende do fortalecimento da capacidade produtiva da agricultura familiar e comunidades tradicionais”, enfatizou a deputada Luizianne Lins (PT-CE). A parlamentar espera que o PL passe tranquilamente pelo Senado e que o “antimessias Bolsonaro sancione o quanto antes”, apontou.

Leia mais detalhes sobre o PL 735:

 

Lorena Vale com Assessorias – PT na Câmara