Luizianne denuncia que seis milhões ainda aguardam análise para primeira parcela do auxílio emergencial

A deputada federal Luizianne Lins (PT/CE) ocupou a tribuna virtual da Câmara na quarta (8/7) para lamentar as quase 68 mil mortes em virtude da Covid-19. A deputada condenou o ato irresponsável de Bolsonaro, que agora assume o papel de garoto-propaganda da hidroxicloroquina, cujo uso tem sido reprovado por autoridades em saúde devido à falta de comprovação da sua eficácia.

Luizianne denunciou ainda que seis milhões de pessoas que deveriam receber o auxílio emergencial estão ainda com o cadastro em análise para a primeira parcela. Ela também lembrou as categorias vetadas por Bolsonaro na lei de ampliação do benefício, a exemplo de manicure, entregadores de aplicativos, agentes de turismo, pescadores, taxistas.
#ForaBolsonaro

NOTA AO POVO DE FORTALEZA

WhatsApp Image 2020-07-05 at 18.17.03O diretório do Partido dos Trabalhadores (PT) de Fortaleza definiu neste domingo, 05/07 por aclamação, o nome da deputada federal Luizianne Lins como pré-candidata à Prefeitura de Fortaleza nas eleições de 2020.
A próxima gestão municipal de Fortaleza vai se defrontar com uma crise econômica aprofundada pela pandemia. Uma crise profunda, devastadora para setores inteiros da economia, que terão seu funcionamento futuro condicionado à evolução de soluções para a prevenção ao Covid19. A queda geral da renda, seja em função do desemprego, seja pela precarização das condições e dos direitos do trabalho, já está sendo brutal. E, no caso de Fortaleza, uma cidade sustentada economicamente pelo comércio e pelo setor de serviços em geral, a realidade tende a ser mais dura ainda.
Esse quadro de tragédia social, em que se combinam crise sanitária e políticas ultraneoliberais de desprezo à vida, destruição de direitos e desmonte de redes de proteção social, vai exigir que a próxima gestão municipal seja marcada pela solidariedade, com um conjunto vigoroso de políticas de assistência social e de geração de emprego e renda. Políticas essas, que terão de ser necessariamente massivas. Que poderão e deverão se desdobrar também para públicos específicos como mulheres, jovens, negros e LGBTs.
Outro grande desafio é pôr um freio à violência que amedronta e mata a juventude das nossas periferias e gera intranquilidade às suas famílias. O desafio aqui é o de formular políticas estruturadas no respeito aos direitos humanos – onde arte, cultura, esporte e lazer tenham um papel de destaque e que confrontem e rompam com o “populismo policial” que alimenta o bolsonarismo e o neofascismo brasileiro.
Saúde, educação, moradia popular, certamente contam na ordem do dia como alguns dos maiores desafios. Na saúde se impõe a necessidade de recuperar políticas importantes que foram negligenciadas pela atual gestão, como é o caso, exemplo, dos PSFs.
No campo da Moradia Popular vamos lidar com a inexistência hoje de qualquer política federal voltada para o atendimento da população de mais baixa renda. A educação, para além dos seus desafios históricos de melhoria de qualidade e de retrocessos, temos a possibilidade de, a partir da rede municipal, dialogar com grande parte da população mais pobre da cidade.
Na área do transporte há um problema sério de sustentabilidade de um sistema hoje financiado exclusivamente com os valores arrecadados com a venda de passagens. Algumas cidades estão subsidiando os valores das tarifas para reduzi-las e/ou ampliar os beneficiários de gratuidades. Desempregados, por exemplo, poderiam ser objeto de políticas como essas.
A participação popular deve ser o eixo estruturador de nosso programa de governo. A garantia de que nossas políticas sejam decididas conjuntamente entre população e governo servirá também como importante reforço à construção de uma cidade ecologicamente sustentável.
Numa época em que a barbárie nos ronda. Em que o ódio, a intolerância e o desprezo à vida se tornou natural para muitos, não será fácil dar conta desse conjunto de desafios. Mas nos move um sentido de responsabilidade com a luta pela vida. E não apenas a vida como sinônimo de sobrevivência sofrida e doída. Mas vida plena para o presente e para o futuro de nossa cidade, de nosso país e do planeta.

Diretório Municipal do PT de Fortaleza

Lei Aldir Blanc: Luizianne cobra implementação imediata

🚩📽 Luizianne Lins (PT/CE) ocupou o plenário virtual da Câmara, no último dia 30, para reforçar a necessidade de implementação imediata da Lei Aldir Blanc.

A lei foi sancionada após mobilização de parlamentares, artistas e representantes da cultura pelo despresidente Jair Bolsonaro, na segunda-feira (29/06). Aprovada na câmara no dia 26/05, a Lei de emergência cultural, de autoria da Deputada Benedita da Silva (PT/RJ), com substitutivo da Deputada Federal Jandira Feghali (PCdoB/RJ), recebeu o nome de Lei Aldir Blanc, justa homenagem ao compositor e sambista carioca que faleceu em decorrência da Covid-19.

A lei estabelece investimentos de R$ 3 bilhões para cultura, destinados:
– Pagamento de uma renda emergencial aos trabalhadores da cultura em três parcelas de R$ 600
– Subsídio mensal para manutenção de micro e pequenas empresas e demais organizações comunitárias culturais e também de espaços artísticos que tiveram que paralisar as atividades por causa da pandemia;
– Realização de ações de incentivo à produção cultural, como a realização de cursos, editais, prêmios.

#PagaLogoBolsonaro

 

Luizianne Lins: Orgulho LGBTI+ é resistência

A deputada federal Luizianne Lins fez durante todo mês de junho ações de apoio em suas redes sociais pelo Orgulho LGBTI+, comemorado no dia 28/06. Foram elencadas e relembradas iniciativas voltadas para a defesa dos direitos das pessoas LGBTI em toda a sua trajetória, desde vereadora, passando por deputada estadual, prefeita de Fortaleza e agora em mandato na Câmara Federal.

“No Brasil, país que lidera triste ranking mundial de violência contra homossexuais e transexuais, Dia do Orgulho LGBTI+ é sobretudo símbolo de e resistência, defesa da liberdade e dos direitos. Orgulho de quem se é!”, afirma Luizianne.

Luizianne defende paralisação e direitos trabalhistas para entregadores de app

Pesquisa citada pela deputada Luizianne Lins  em fala no plenário virtual da Câmara aponta que 60% dos entregadores trabalham acima de 9 horas por dia; 8% acima até de 15 horas por dia; e 78% trabalham de 6 a 7 dias por semana. “Esse setor precisa ser entendido como relação de trabalho devidamente construída. Não dá para nós apostarmos na precarização cada vez maior dessas relações de trabalho”, afirma a parlamentar.