A deputada federal Luizianne Lins (Rede/CE) participou, no último mês de maio, de Missão da Câmara Federal no Congresso Internacional de Parlamentares da Global Sumud em Bruxelas, de apoio a causa palestina e a favor da missão pacífica que tinha saído da Espanha, e ia sair da Itália e da Turquia. Terminado o Congresso, a parlamentar foi, como observadora internacional, até o local da partida da nova Flotilha rumo à Gaza. “Momento de desejar boa sorte e me solidarizar com o Thiago Ávila, que já vinha sendo vítima de mentiras e difamações que jamais foram comprovadas. Isso foi parte da estratégia do estado assassino de Israel, que já estava preparando o “terreno” para prender Thiago e impedir o avanço da nova Flotilha que saiu da Itália com 58 embarcações]’, informou Luizianne.
A deputada esteve com Thiago no Porto antes da partida. Dias depois, o Governo de Israel interceptou 22 dos barcos que navegam antes mesmo deles chegarem a ilha de Creta, na Grécia. Ou seja, as embarcações estavam a mais de 500 mil milhas náuticas (mais de mil quilômetros) de distância. Para chegar próximo a Gaza, ainda teriam pelo menos 12 dias de navegação contínua.
185 ativistas foram sequestrados, sofreram violações, alguns foram cruelmente torturados e espancados e passaram mais de 48 horas numa prisão improvisada dentro de um barco do exército israelense. Destes, 183 ativistas foram libertados e entregues à marinha grega. O brasileiro Thiago Ávila e Saif Abukeshek, espanhol de origem palestina, foram sequestrados, torturados e, nesse momento estão presos em Israel, contou Luizianne. Ambos passaram por interrogatório duas vezes nas masmorras israelenses e tiveram a prisão prorrogada mais uma vez, sem sequer saberem do que realmente estão sendo acusados
“Tememos por suas vidas, pois ano passado Israel aprovou pena de morte para os palestinos e os que eles julgarem terroristas. Pedimos a mobilização de todas e todos. Não podemos deixar que Thiago, um brasileiro militante das grandes causas internacionais e Saif, lider do movimento de resistência marítima para romper o cerco à Gaza, estejam rendidos e presos ilegalmente pelo exército de Netanyahu. Vamos todas e todos exigir a liberdade dos companheiros e gritar forte pela Palestina Livre!”.










