A deputada Luizianne Lins (PT/CE) assina, junto com Gleisi Hoffmann e outros parlamentares, projeto de lei que amplia para doze meses o auxílio emergencial no valor de R$ 600,00 aos trabalhadores que tem direito ao benefício.
Conforme a justificativa, “a Lei 13.982, de 2 de abril de 2020, recentemente sancionada, foi fruto de um amplo esforço do Congresso Nacional no sentido de garantir uma renda emergencial e temporária a toda a população que teve sua existência diária e segurança alimentar” atingidas pela pandemia. Entretanto, estudos indicam que o período de três meses, aprovados pela lei, não será suficiente para suprir as necessidades da população, especialmente devido à provável duração da pandemia.
Nesse sentido, aumentar o prazo de recebimento do auxílio será fundamental para amparar o trabalhador na busca pelo restabelecimento da sua saúde física, mental e financeira.
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A deputada Luizianne Lins (PT/CE) assinou requerimento do deputado Alencar Braga (PT/SP) para convocar o novo ministro da Saúde, Nelson Teich, para prestar esclarecimentos sobre o planejamento a ser adotado no combate à epidemia de COVID-19.

A deputada federal Luizianne Lins denuncia que o desgoverno Bolsonaro parece estar dificultando, de forma proposital, o acesso da população ao auxílio emergencial. São milhões de brasileiras/os que aguardam há duas semanas a liberação do dinheiro (três parcelas de R$ 600 a R$ 1.200 por família), projeto proposto pela oposição e aprovado pelo Congresso. Bolsonaro e Guedes queriam conceder míseros R$ 200.
A deputada federal Luizianne Lins avalia que denúncias feitas pelo ex-ministro da Justiça Sérgio Moro contra Jair Bolsonaro piora ainda a situação do desgoverno, que já dava sinais de esgotamento. No entanto, para a deputada, Moro, além de ter feito uma investigação de forma ilegal e abusiva contra o ex-presidente Lula, para tirá-lo da disputa política de 2018 e permitir a vitória de Bolsonaro, silenciou em muitos momentos graves no último ano: caso Queiroz, assassinato de Marielle Franco, Gabinete do Ódio que dissemina fakenews e a afronta ao STF e ao Congresso. “Tudo para acobertar seu chefe, Bolsonaro”, ressalta.