10 anos da tragédia da boate Kiss: memória, verdade e justiça

Por requerimento da deputada federal Luizianne Lins (PT/CE), a Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara dos Deputados (CDHMIR) realizou, na última quarta-feira (23/08), seminário sobre os 10 anos da boate Kiss. A CDHMIR recebeu sobreviventes e familiares de vítimas da tragédia.

Diante do cenário de impunidade, que já dura 10 anos, o seminário, segundo a Luizianne: “Tem o objetivo de criar o fato político para chamar atenção sobre esses 10 anos de impunidade”. Como presidente da CDHMIR, ela afirmou que dará encaminhamento a algumas questões levantadas pelos pais e mães das vítimas, sobretudo questões de segurança contra incêndios e a cobrança pela justiça com a condenação dos culpados.

LIBERDADE PARA ASSANGE

Nesta semana, a deputada federal Luizianne Lins (PT/CE) recebeu, na Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara dos Deputados (CDHMIR), o pai do jornalista Julian Assange, o ativista John Shipton, que veio ao Brasil divulgar o documentário “Ithaka – A Luta de Assange”.

“Como jornalista e presidente da CDHMIR, acreditamos que o Julian Assange é um dos presos políticos mais conhecidos no mundo e ele precisa da solidariedade de todos que lutam por liberdade de imprensa e pela liberdade de expressão. Portanto, convido todos e todas a irem aos cinemas assistir o documentário ‘Ithaka – A luta de Assange’”.

Proposto por Luizianne, Comissão de Direitos Humanos realiza seminário sobre os 10 anos da tragédia da boate Kiss


Por iniciativa da deputada federal Luizianne Lins (PT/CE), presidente da Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara (CDHMIR), a CDHMIR realizará, nesta quarta-feira 23/08, às 14h30, seminário para debater os 10 anos da tragédia da boate Kiss, em Santa Maria/RS, que provocou a morte de 242 pessoas.

Com o tema “Dez Anos da Tragédia da Boate Kiss: Resgatar o Passado é Prevenir o Futuro”, o evento, solicitado por Luizianne, é fundamental, segundo ela, porque pais e familiares das vítimas têm lutado, incessantemente, por justiça e pela responsabilização dos culpados, desde a ocorrência do incêndio, no dia 27 de janeiro de 2013.

“Após longos anos de investigação e julgamento, em dezembro de 2021, os quatro réus pelo caso foram condenados. A sentença parecia trazer um alento para os familiares, que esperavam, ansiosamente, por uma punição justa, no entanto, a 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul decidiu anular o júri após acolher parte dos recursos das defesas, o que gerou indignação e revolta. Importante trazer sempre à tona o assunto, para que a justiça seja feita e outras tragédias não voltem a se repetir”, afirma a parlamentar.

O seminário pode ser acompanhado pelo site da Câmara dos Deputados.

*Mais informações: Benedito Teixeira (85-999655777)*

Luizianne propõe e realiza audiência pública para debater Plano Nacional Juventude Negra Viva

Nesta quinta-feira, 17/8, a Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara dos Deputados (CDHMIR) promoveu Audiência Pública para debater o Plano Nacional Juventude Negra Viva, que visa a contribuir com a redução de homicídios e vulnerabilidades com a redução de homicídios e vulnerabilidades sociais que atingem a juventude negra e o enfrentamento ao racismo estrutural. O debate atende ao requerimento da deputada Luizianne Lins (PT/CE) e do deputado Orlando Silva (PT/SP).

“O Plano Nacional Juventude Negra Viva tem o objetivo de diminuir, ou se possível acabar, com essa letalidade tão grande da juventude negra. Portanto, esse plano daqui vai descer para os estados, com realizações de audiências públicas, principalmente nos locais nos quais nós constatarmos maior violação dos direitos (e letalidade) contra a população negra”, afirmou a deputada Luizianne.

Maria Luiza Fontenele para o Prêmio Carlota Pereira de Queirós

O mandato da deputada federal Luizianne Lins (PT/CE), presidente da Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara, produziu material informativo para incentivar a indicação da ex-prefeita de Fortaleza Maria Luiza Fontenele ao prêmio Diploma Mulher Cidadã Carlota Pereira de Queirós.

A premiação é concedida pela Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara Federal, criada para valorizar e incentivar mulheres cujas ações contribuíram para o pleno exercício da cidadania, da defesa dos direitos da mulher e das questões de gênero Brasil.

“Maria deixou a política partidária, mas segue firme e coerente na luta para mostrar que as mulheres devem ser protagonistas das lutas políticas e sociais. Hoje, ainda é membro atuante do movimento Crítica Radical e da União das Mulheres Cearenses, cujo objetivo central é enfrentar o sistema patriarcal capitalista em que o sujeito central é o macho ocidental branco”, afirma o material produzido pelo mandato de Luizianne.