Presidida por Luizianne, Comissão de Direitos Humanos aprova emendas para o Plano Plurianual Participativo

Nesta sexta-feira, 24/11, a Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara (CDHMIR) aprovou, sob a presidência da deputada federal Luizianne Lins (PT/CE), as propostas de emendas para programas do Plano Plurianual Participativo 2024 – 2027. Este define diretrizes, programas, objetivos e metas para orientar a atuação governamental no quadriênio, refletindo políticas públicas e planos já existentes e em processo de formulação.

Confira as propostas de emendas aprovadas na CDHMIR:

  • Estruturação da Política Nacional de Cuidados – R$ 2,7 bilhões
  • Juventude Negra Viva – R$ 336 milhões
  • Promoção e defesa dos direitos das pessoas LGBTQIA+ – R$ 335 milhões

Luizianne Lins falou sobre os critérios para a sugestão de emendas: “Defendo que esses três programas são muito importantes e preciosos neste momento. O primeiro é a estruturação da Política Nacional de Cuidados. O Brasil é um dos poucos países na América Latina que não tem uma política dessas estruturada. O segunda é o plano Juventude Negra Viva. Nós entendemos que é importante que essa comissão se dirija a essa questão e reforce a importância do Ministério da Igualdade Racial; e a emenda número três para a promoção e defesa dos direitos das pessoas LGBTQIA+, que a gente tem visto, diariamente, as violações, os homicídios, que partem da heteronormatização das relações, que promovem muitas das violações que chegam, cotidianamente, nesta comissão”.

Por requerimento de Luizianne, Comissão de Direitos Humanos debate orfandade de crianças e adolescentes em decorrência da Covid

A Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara dos Deputadas discutiu, na última quarta-feira, 22/11, a falta de políticas públicas voltadas à proteção de crianças e adolescentes que perderam pais, mães ou responsáveis em decorrência da pandemia de Covid-19. 

A audiência foi presidida pela deputada Luizianne Lins, que no requerimento, de sua autoria, citou o estudo feito pela cientista Susan Hills e publicado pela revista “The Lancet” entre março de 2020 e abril de 2021. Estima-se que 1,5 milhão de crianças e adolescentes tenham perdido pai e/ou mãe em todo o mundo. No Brasil, nesse mesmo período, o levantamento projetou 113 mil órfãos. 

Entre os presentes: a Coordenadoria Geral de Fortalecimento do Sistema de Garantias e Direitos, representando a Secretaria Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente; o Núcleo Cearense de Estudos e Pesquisas sobre a Criança; a Articulação em Apoio à Orfandade de Crianças e Adolescentes por Covid-19 (Aoca) e a Coalizão Nacional Orfandade e Direitos. 

Luizianne sugeriu, como encaminhamento, o diálogo com o governo federal: “Eu quero sugerir, como desdobramento imediato dessa reunião, que a gente possa vir a solicitar uma audiência com o ministro do Desenvolvimento Social, juntamente com outros ministérios, para que a possamos discutir, de forma concreta com o Executivo, a questão de um programa que construa uma política de amparo às crianças em situação de orfandade pela covid-19.” 

Na Comissão de Direitos Humanos, Luizianne promove audiência pública sobre situação das pescadoras e pescadores artesanais

Na última terça-feira, 21/11, a Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara, presidida pela deputada Luizianne Lins, promoveu audiência pública para debater a situação da pesca artesanal no Brasil, especialmente os ataques que os trabalhadores do setor estariam sofrendo no exercício da profissão. O requerimento é de autoria da parlamentar.

A audiência contou com a presença de membros do Ministério da Pesca e Aquicultura e representantes do Movimento de Pescadores e Pescadoras Artesanais. Entre os relatos: a constante falta de infraestrutura básica em algumas localidades e a ausência de capacitação e de assistência técnica adequadas para esses profissionais; além dos grandes empreendimentos que geram um destruidor impacto ambiental nas zonas de pesca artesanal, situação comum na imensa maioria das vilas de pescadores do Brasil. 

Luizianne reforçou a importância da pesca artesanal não apenas como uma profissão: “Infelizmente, a gente tem muitas violações praticadas contra os pescadores e pescadoras artesanais e isso é lamentável. Geralmente, são pessoas invisibilizadas em seu trabalho, mas que tem um valor extremamente precioso, que não é apenas da pesca artesanal em si, mas de tudo que carrega junto: o amor pela natureza, a proteção dos mananciais, a proteção ambiental… São pessoas que amam  o que fazem e fundamentais para a proteção do meio ambiente”.

Presidida por Luizianne, Comissão de Direitos Humanos aprova emendas para a Lei Orçamentária Anual

Em novembro, a CDHMIR conduziu a discussão e votação de sugestões de emendas ao Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA). Foram R$ 600 milhões em verbas destinadas a programas de promoção aos direitos humanos.

Confira os programas e os valores que receberão emendas da CDHMIR:

Programa Nacional de Promoção dos Direitos da População em Situação de Rua – R$ 200 milhões.

Governança Fundiária, Reforma Agrária e Regularização de Territórios Quilombolas e de Povos e Comunidades Tradicionais – R$ 200 milhões.

Promoção e Defesa dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+ – R$ 100 milhões

Promoção da Igualdade Étnico-Racial, Combate e Superação do Racismo – R$100 milhões.

As emendas foram sugestões das deputadas: Luizianne Lins (PT/CE); Reginete Bispo (PT/RS), Erika Hilton (Psol/SP); Luiz Couto (PT/PB); Talíria Petrone (Psol/RJ); Sâmia Bomfim (Psol/SP); Miguel  ngelo (PT/MG); Prof. Luciene Cavalcante (Psol/SP); Benedita da Silva (PT/RJ); Erika Kokay (PT/DF); Jack Rocha (PT/ES).

Luizianne abre audiência pública para debater plano Juventude Negra Viva

Nesta quinta-feira, 23/11, a deputada federal Luizianne Lins (PT/CE) abriu Audiência Pública na Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara para debater o programa Juventude Negra Viva, do governo federal. O requerimento da audiência foi da deputada federal Benedita da Silva (PT/RJ) e do deputado federal Paulão (PT/AL).

Luizianne explica que o Juventude Negra Viva trata-se de um plano estratégico do governo federal para combater o racismo estrutural no Brasil, que afeta e mata, principalmente, jovens negras e negros. “Um racismo que persegue, que mata, que violenta, provocando o que chamamos de genocídio da população negra. Então, é mais do que tudo um alerta, tendo em vista o Dia da Consciência Negra, 20 e novembro”, ressaltou a deputada.

O Plano Juventude Negra Viva foi instituído pelo Governo Lula com a finalidade tratar, transversalmente, as políticas voltadas à redução da violência letal e das vulnerabilidades sociais que atingem a juventude negra.