Promoção dos direitos dos jovens, mulheres, pessoas com deficiência, crianças e adolescentes, idosos/as, negros/as e LGBT’s.
Políticas públicas baseadas no respeito às diferenças e às singularidades, condição fundamental de construção da cidadania.
Intersetorialidade das políticas públicas como condição “sine qua non” para a superação da discriminação, a luta contra o preconceito e empoderamento desses segmentos.
Construção coletiva e permanente da equidade de gênero que tem reflexos positivos no enfrentamento à violência contra a mulher.
Promoção do exercício dos direitos das mulheres requer maior empoderamento feminino.
Investimento em políticas públicas que reafirmem a posição da mulher na sociedade e preservem a igualdade e a integridade física e psíquica das vítimas.
Incentivo à emancipação e empoderamento das mulheres na organização produtiva, na participação, no protagonismo de políticas, na arte, na ciência, na educação e na saúde.
Garantir os princípios básicos do Plano Diretor Participativo de preservação de parques, áreas de proteção, lagoas, praças, qualidade do ar e direito ao silêncio.
Dentro do espírito da participação e da transparência, rever a lei de uso e ocupação do solo urbano.
Melhorar a forma de ocupação da cidade, reduzindo a especulação estéril, otimizando espaços privados, inclusive para habitação popular e lazer.
Valorizar e redescobrir novos espaços públicos, preservando o patrimônio histórico e cultural.
Fortalecer o papel de fiscalização e a educação ambiental para a conscientização da população.
Reforçar os instrumentos de controle da gestão urbana e ambiental da cidade.